O vermelho... me afoga.
Vermelho que vai, vermelho que vem.
O sangue de Cristo é só lá pra perto da Páscoa.
Hoje o vermelho está por toda a parte.
Vermelho em cima, vermelho em baixo.
Vermelho nas luzes, nas roupas do povo, no gorro do "Father Christmas"...
Minha árvore está coberta pelo vermelho...
Para que tanto vermelho?
E o meu verde? Se esconde??
A bela árvore verde de plástico está camuflada pela cor da morte.... ou da vida!!
Não importa!
Onde estão os meus enfeites verdes? E rosas? E azuis? Por que essa jossa de vermelho é o que mais vejo?
Por que o Natal se preocupa tanto com propaganda?
Para que tanto estimulante?
Dane-se Vermelho que me afoga!!
Não sou eu que me importo com você...
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
domingo, 21 de dezembro de 2008
Férias
Ah! Féérias!!
Férias e feriado.... Coisa melhor? No momento, só presentes.
Meu bom humor continua....
A vida nunca me preoporcionou momentos tão inspiradores!
Sinta.... Cheire!!!!
É a alegria no ar!
É o Natal, são as "boas" novas!!
Suspiro aliviada em saber que a minha participação nessa cena já está encerrada.
Observo o palco ativo longe da vista da platéia.
A faxina continua, o fim de semana acaba.
A Babá de peludos continua na ativa com divertidos passeios noturnos.
"Late, late.... Late que eu tô passando vai late...."
Os arrepios voltaram a dominar os surtos de inspiração.
O calor de verão renova o ar de meus pulmões jovens e despoluídos.
Ah, distância...
Tire a máscara dessa criatura que teme.
Férias e feriado.... Coisa melhor? No momento, só presentes.
Meu bom humor continua....
A vida nunca me preoporcionou momentos tão inspiradores!
Sinta.... Cheire!!!!
É a alegria no ar!
É o Natal, são as "boas" novas!!
Suspiro aliviada em saber que a minha participação nessa cena já está encerrada.
Observo o palco ativo longe da vista da platéia.
A faxina continua, o fim de semana acaba.
A Babá de peludos continua na ativa com divertidos passeios noturnos.
"Late, late.... Late que eu tô passando vai late...."
Os arrepios voltaram a dominar os surtos de inspiração.
O calor de verão renova o ar de meus pulmões jovens e despoluídos.
Ah, distância...
Tire a máscara dessa criatura que teme.
Tralhas estocadas
Ah....
Quantas lembranças me trazem!!
Quantas surpresas!!!
Belo passado que perdí!
Formosos entulhos que me fazem viajar para tempos tão, tão tristes e felizes!
Gravuras, recortes, notas fiscais, transcrições, colheres plásticas, desenhos de gente pequena...
Posso suspirar de novo?
Ah.....
(Claro que posso, esse blog é MEU)
Depois de tristezas e decepções, amenizo a agonia da espera relembrando tantos momentos.
O relógio me decepciona...
A massa queijenta resultou em insônia!!
Hahahahahaha.....
Mas eu devo mesmo ser muito boazinha.
Hoje rindo tanto...
Seriam as lembranças ou a ignorâcia que vivo?
Hahahahahhaha....
Ah, vidinha ingrata.... Agradeço pela paciência.
E pelo bom humor!!!
"Rir para não chorar"
Assim aturo a calamidade.
Tantos rascunhos, tantas cores, tanto papel....
O passado vira presente. Revivo o pretérito!!!
Muahahahahha
Eu devia aproveitar mais essa mente maquiavélica.... (6)
"Muito papo e pouca ação"
Prepare-se Natal.... Prepare-se 2009....
Mas este é o post da faxina, não dos planos para o Ano Novo.
Faxina...
Uniforme preto, sem penacho para não dar alergia.
Papeis incríveis que renovam a Komari que sempre teve de existir.
Meu reino se expande.
Perdem-se posses, ganha-se novos acordos, aliados e inimigos até....
Ahahahahha....
Amo meus inimigos....
Analisando aqui.... ele parecem tão inúteis!!
Mas são muito úteis sim.... São o motivo da minha felicidade hoje. Se não fossem estes, quem cometeria as tolices de que rio tanto?
Danem-se!!! Komari precisa rir!!!
Que venham os bobos-da-corte!!!!
Ahahahhahaha.... Nova história ridícula!
Ah, memórias deliciosas ]]]
Quantas lembranças me trazem!!
Quantas surpresas!!!
Belo passado que perdí!
Formosos entulhos que me fazem viajar para tempos tão, tão tristes e felizes!
Gravuras, recortes, notas fiscais, transcrições, colheres plásticas, desenhos de gente pequena...
Posso suspirar de novo?
Ah.....
(Claro que posso, esse blog é MEU)
Depois de tristezas e decepções, amenizo a agonia da espera relembrando tantos momentos.
O relógio me decepciona...
A massa queijenta resultou em insônia!!
Hahahahahaha.....
Mas eu devo mesmo ser muito boazinha.
Hoje rindo tanto...
Seriam as lembranças ou a ignorâcia que vivo?
Hahahahahhaha....
Ah, vidinha ingrata.... Agradeço pela paciência.
E pelo bom humor!!!
"Rir para não chorar"
Assim aturo a calamidade.
Tantos rascunhos, tantas cores, tanto papel....
O passado vira presente. Revivo o pretérito!!!
Muahahahahha
Eu devia aproveitar mais essa mente maquiavélica.... (6)
"Muito papo e pouca ação"
Prepare-se Natal.... Prepare-se 2009....
Mas este é o post da faxina, não dos planos para o Ano Novo.
Faxina...
Uniforme preto, sem penacho para não dar alergia.
Papeis incríveis que renovam a Komari que sempre teve de existir.
Meu reino se expande.
Perdem-se posses, ganha-se novos acordos, aliados e inimigos até....
Ahahahahha....
Amo meus inimigos....
Analisando aqui.... ele parecem tão inúteis!!
Mas são muito úteis sim.... São o motivo da minha felicidade hoje. Se não fossem estes, quem cometeria as tolices de que rio tanto?
Danem-se!!! Komari precisa rir!!!
Que venham os bobos-da-corte!!!!
Ahahahhahaha.... Nova história ridícula!
Ah, memórias deliciosas ]]]
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Ponte
A chuva triste cai lá fora, lava as feridas aqui do meu coração.
Em meio a essa cena cinza, faço brotar lágrimas de momentos felizes.
Lembrança e futuro se misturam nesse dia comemorativo que por enquanto celebro só.
A tranqüilidade começa a voltar com as músicas que inundaram minha alma cansada durante esse intervalo de tempo maldito.
Os estímulos sensoriais voltam ao normal.
É a Ponte.
Em meio a essa cena cinza, faço brotar lágrimas de momentos felizes.
Lembrança e futuro se misturam nesse dia comemorativo que por enquanto celebro só.
A tranqüilidade começa a voltar com as músicas que inundaram minha alma cansada durante esse intervalo de tempo maldito.
Os estímulos sensoriais voltam ao normal.
É a Ponte.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
A pirâmide da confiança
Duas amigas estavam em casa, morrendo de tédio.
O que elas fariam numa sexta-feira chuvosa como aquela?
De repente uma delas teva a idéia de montar um castelo de cartas. Não, não seria um castelo qualquer. Seria simplesmente o castelo de cartas mais perfeito já feito na história dos castelos de cartas.
O baralho estava todo espalhado pelo chão. As amigas, super empolgadas, começaram a equilibrar as primeiras cartas.
Foi preciso mais baralhos. A atividade prolongaria-se pelo resto do dia.
Uma delas cansou-se. Os braços doíam-lhe. Ela sentou no sofá e observou a amiga que continuava aquilibrando as cartas incansavelmente.
O recorde seria delas. Já era certo seus nomes sendo divulgados. O canto da sala era perfeito: não passava nenhuma corrente de ar.
A garota no sofá cansou-se até de observar a amiga.
Pensamentos obscuros começaram a nascer.
A outra, que ajeitava o castelo, percebeu a amiga quieta de mais. "Ah", pensou ela, "minha amiga está cansada dessa monotonia". Ela percebeu um resquício de malícia nos olhos da outra, mas sua amiga devia estar pensando longe. Sua melhor amiga era de total confiança.
Era.
Foi só os olhares se descruzarem que a garota do sofá, num pulo só, levantou-se e deu uma rasteira bem dada na pirâmide de cartas.
Assustada, a garota que antes equilibrava, chorava agora.
Ainda faltavam muitos andares para o fim do castelo. Nem na metade ele estava. Mas a base era firme. Era bem montada e estável, até o chute acabar com tudo.
(Todos sabemos que por mais estável que seja o castelo de cartas, o chute é uma força maior e o desmoronamento é inevitável).
Arrependida, a amiga consolou a outra que soluçava. Ela havia traído justo sua melhor amiga. E agora? O que ela poderia fazer para mostrar seu grande sentimento de culpa?
Ela simplesmente não sabia.
Não havia mais o que pensar. O chute já tinha derrubado tudo.
Mas o sonho do melhor castelo não tinha desmoronado.
Elas recomeçaram o castelo. Ergueram a primeira parte da base. Havia um longo caminho pela frente, mas elas deviam recomeçar...
Juntas.
O que elas fariam numa sexta-feira chuvosa como aquela?
De repente uma delas teva a idéia de montar um castelo de cartas. Não, não seria um castelo qualquer. Seria simplesmente o castelo de cartas mais perfeito já feito na história dos castelos de cartas.
O baralho estava todo espalhado pelo chão. As amigas, super empolgadas, começaram a equilibrar as primeiras cartas.
Foi preciso mais baralhos. A atividade prolongaria-se pelo resto do dia.
Uma delas cansou-se. Os braços doíam-lhe. Ela sentou no sofá e observou a amiga que continuava aquilibrando as cartas incansavelmente.
O recorde seria delas. Já era certo seus nomes sendo divulgados. O canto da sala era perfeito: não passava nenhuma corrente de ar.
A garota no sofá cansou-se até de observar a amiga.
Pensamentos obscuros começaram a nascer.
A outra, que ajeitava o castelo, percebeu a amiga quieta de mais. "Ah", pensou ela, "minha amiga está cansada dessa monotonia". Ela percebeu um resquício de malícia nos olhos da outra, mas sua amiga devia estar pensando longe. Sua melhor amiga era de total confiança.
Era.
Foi só os olhares se descruzarem que a garota do sofá, num pulo só, levantou-se e deu uma rasteira bem dada na pirâmide de cartas.
Assustada, a garota que antes equilibrava, chorava agora.
Ainda faltavam muitos andares para o fim do castelo. Nem na metade ele estava. Mas a base era firme. Era bem montada e estável, até o chute acabar com tudo.
(Todos sabemos que por mais estável que seja o castelo de cartas, o chute é uma força maior e o desmoronamento é inevitável).
Arrependida, a amiga consolou a outra que soluçava. Ela havia traído justo sua melhor amiga. E agora? O que ela poderia fazer para mostrar seu grande sentimento de culpa?
Ela simplesmente não sabia.
Não havia mais o que pensar. O chute já tinha derrubado tudo.
Mas o sonho do melhor castelo não tinha desmoronado.
Elas recomeçaram o castelo. Ergueram a primeira parte da base. Havia um longo caminho pela frente, mas elas deviam recomeçar...
Juntas.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Perdóname
A vida é difícil, eu sei
E tem coisas que podemos deter
Mas quando o mundo desaba
E toda a esperança se acaba
Você só pensa em você
Então você se isola
De noite você chora
Pensando que assim vai ficar tudo bem
Mas quando você me ignora
Ou dá uma bola fora
Esquece que não tenho ninguém além de você
E tem coisas que podemos deter
Mas quando o mundo desaba
E toda a esperança se acaba
Você só pensa em você
Então você se isola
De noite você chora
Pensando que assim vai ficar tudo bem
Mas quando você me ignora
Ou dá uma bola fora
Esquece que não tenho ninguém além de você
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Relações associativas
- Amorzinho! Vem cá!
- Credo, já te disse quantas vezes pra não me chamar assim? Existe coisa mais brega?
- Desculpa... Mas ei! Vem aqui! Tenho um presente pra você!
- Nossa, obrigada!!.... flores de plástico?!
- Sim, elas são como o nosso amor.
- Imitações baratas e mal feitas?!
- Não... aparentemente eternas...
;~
- Credo, já te disse quantas vezes pra não me chamar assim? Existe coisa mais brega?
- Desculpa... Mas ei! Vem aqui! Tenho um presente pra você!
- Nossa, obrigada!!.... flores de plástico?!
- Sim, elas são como o nosso amor.
- Imitações baratas e mal feitas?!
- Não... aparentemente eternas...
;~
sábado, 11 de outubro de 2008
Correntes
O pijama não larga o corpo.
As preocupações não largam a mente.
A confusão tomou conta de tudo, a vida atrasa, o tempo corre.
O passado corrói a alma.
Apenas um erro e tantas conseqüências.
O corpo é preso a um quarto abarrotado de leituras, lápis e borracha que precisam ser gastos.
Mas a mente... A mente se perde. Fora do quarto, perambulando por aí, com rumo incerto.
Enquanto isso, o corpo chora, soluça confuso envolto em odor de canela.
Como seguir com corpo e mente tão separados?
A razão agride quem agora só queria estar contigo.
;~
As preocupações não largam a mente.
A confusão tomou conta de tudo, a vida atrasa, o tempo corre.
O passado corrói a alma.
Apenas um erro e tantas conseqüências.
O corpo é preso a um quarto abarrotado de leituras, lápis e borracha que precisam ser gastos.
Mas a mente... A mente se perde. Fora do quarto, perambulando por aí, com rumo incerto.
Enquanto isso, o corpo chora, soluça confuso envolto em odor de canela.
Como seguir com corpo e mente tão separados?
A razão agride quem agora só queria estar contigo.
;~
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Folheto de propaganda de produto inútil
Eu estava a ler uns panfletos, umas páginas de cores berrantes com palavras bem escolhidas para parecerem verdade. Penso que nunca tinha imaginado a complexidade de um pedaço de papel. É incrível como ele te manipula!
Cores... ah! Crianças adoram cores. Pegam o papel: "Manhê! Olha que brinquedo lindo na foto!"
Mas a mãe não é criança, ela lê. "Nossa! Que legal! Tenho que pagar apenas 2 reais por mês.... durante 5 anos?! Por um brinquedo? Que mês que vêm estará quebrado, em baixo da cama da minha filha?!"
Normalmente, é nessa hora que a filha faz escândalo no meio do calçadão do centro e como a cena não dá resultado, ela começa a chorar.
Papel colorido. Ó papel colorido, qual a solução? Por que você é tão bonito a ponto de me induzir a pegá-lo, a lê-lo?
É impressionante como o papel sempre diz a verdade! É sério! Ele SEMPRE está certo, porque usa termos tão superficiais, tão fúteis, que até um babuíno manco com diarréia parece mico saudável!!
- "Jesus salva!" - Se eu acredito nisso, vou ficar feliz, e vou ser salva! Como papai dizia: "Papai Noel existe pra quem acredita nele." Mas isso é óbvio: se não acredito, ele não existe. Se acredito, por mais que me digam o contrário, ele existe (ou eu penso que existe, mas se eu não souber.... nem que ele esteja num neurônio meu)
- "O mais barato." - Alguma coisa nessa suposta loja tem de ser mais barata que na outra (durante um pequeno período de tempo, ou simplesmente por ser o único estabelecimento comercial que vende essa inutilidade)
- "Preciso de sua ajuda" - Ah... Clássico email de hacker se aproveitando de quem não usa Cco. "Ó, que palavras lindas, que foto chocante! Um garotinho tão lindinho, tão novinho e já cheio de problemas.... Tão jovem, perdendo a esperança de viver!"
O panfleto mostrava uma moça bonita na capa (photoshop, dããã!!!), segurando um artefato eletrônico bem moderno. A descrição logo abaixo era de pasmar: como um aparelho tão pequeno faz tudo isso?
Garatia de 1 ano. 1 ano e 2 meses depois, você é obrigado a levar o aparelhinho magnífico ao conserto.
A criança que viu a foto chora, quer. A mãe, voz da experiência, reprova, desconfia.
O panfleto continua lá. Contestado ou não.
E o produto?
Ah, o produto continua no mercado. Muda-se o folheto.
Mudam-se as palavras. Elas tocam você! Até mesmo você! Tão "filosófico" cai no poder manipulador das palavras!!!
E o capitalismo faz o produto continuar no mercado... Por mais inútil que seja, ele continua te estorvando. Você vê mais panfletos, se sente culpado: por que não levo pra casa? Será que obedecendo-o ele me deixará em paz? As pessoas comentam, criticam você. Os "outros" só pensam na beleza do panfleto, que mascara a fruta podre.
Já comprou uma laranja verde, e quando foi comer no dia seguinte, ela continuava verde, mas escondia o cheiro e textura pútrida no interior? Eu já.
Por que estes malditos leitores de panfletos continuam lendo.... o panfleto?! Será que ainda não foram enganados o suficiente a ponto de, por eles mesmos, eliminarem esse produto superficialmente verde, mas na verdade podre, do mercado?
Gente... é só um pedaço de papel. Palavras vagas que tocam você. Você sente pena, sente necessidade, sente tudo o que aquele burguês, que fez o panfleto, quer que você sinta!
Enquanto o mundo idolatra o maldito egocêntrico que fez o panfleto, eu continuo resistindo. Quem sabe, um dia, eu caia na conversa fiada dele. Parabéns pra ele! Será mais um materialista feliz!
Ou então, quem sabe (e tomara que assim seja), eu tenha mais sucesso resisitndo às suas palavras e um dia desfrute o sucesso e o prazer de abrir a laranja podre e fazer o mundo inteiro cheirá-la.
Cores... ah! Crianças adoram cores. Pegam o papel: "Manhê! Olha que brinquedo lindo na foto!"
Mas a mãe não é criança, ela lê. "Nossa! Que legal! Tenho que pagar apenas 2 reais por mês.... durante 5 anos?! Por um brinquedo? Que mês que vêm estará quebrado, em baixo da cama da minha filha?!"
Normalmente, é nessa hora que a filha faz escândalo no meio do calçadão do centro e como a cena não dá resultado, ela começa a chorar.
Papel colorido. Ó papel colorido, qual a solução? Por que você é tão bonito a ponto de me induzir a pegá-lo, a lê-lo?
É impressionante como o papel sempre diz a verdade! É sério! Ele SEMPRE está certo, porque usa termos tão superficiais, tão fúteis, que até um babuíno manco com diarréia parece mico saudável!!
- "Jesus salva!" - Se eu acredito nisso, vou ficar feliz, e vou ser salva! Como papai dizia: "Papai Noel existe pra quem acredita nele." Mas isso é óbvio: se não acredito, ele não existe. Se acredito, por mais que me digam o contrário, ele existe (ou eu penso que existe, mas se eu não souber.... nem que ele esteja num neurônio meu)
- "O mais barato." - Alguma coisa nessa suposta loja tem de ser mais barata que na outra (durante um pequeno período de tempo, ou simplesmente por ser o único estabelecimento comercial que vende essa inutilidade)
- "Preciso de sua ajuda" - Ah... Clássico email de hacker se aproveitando de quem não usa Cco. "Ó, que palavras lindas, que foto chocante! Um garotinho tão lindinho, tão novinho e já cheio de problemas.... Tão jovem, perdendo a esperança de viver!"
O panfleto mostrava uma moça bonita na capa (photoshop, dããã!!!), segurando um artefato eletrônico bem moderno. A descrição logo abaixo era de pasmar: como um aparelho tão pequeno faz tudo isso?
Garatia de 1 ano. 1 ano e 2 meses depois, você é obrigado a levar o aparelhinho magnífico ao conserto.
A criança que viu a foto chora, quer. A mãe, voz da experiência, reprova, desconfia.
O panfleto continua lá. Contestado ou não.
E o produto?
Ah, o produto continua no mercado. Muda-se o folheto.
Mudam-se as palavras. Elas tocam você! Até mesmo você! Tão "filosófico" cai no poder manipulador das palavras!!!
E o capitalismo faz o produto continuar no mercado... Por mais inútil que seja, ele continua te estorvando. Você vê mais panfletos, se sente culpado: por que não levo pra casa? Será que obedecendo-o ele me deixará em paz? As pessoas comentam, criticam você. Os "outros" só pensam na beleza do panfleto, que mascara a fruta podre.
Já comprou uma laranja verde, e quando foi comer no dia seguinte, ela continuava verde, mas escondia o cheiro e textura pútrida no interior? Eu já.
Por que estes malditos leitores de panfletos continuam lendo.... o panfleto?! Será que ainda não foram enganados o suficiente a ponto de, por eles mesmos, eliminarem esse produto superficialmente verde, mas na verdade podre, do mercado?
Gente... é só um pedaço de papel. Palavras vagas que tocam você. Você sente pena, sente necessidade, sente tudo o que aquele burguês, que fez o panfleto, quer que você sinta!
Enquanto o mundo idolatra o maldito egocêntrico que fez o panfleto, eu continuo resistindo. Quem sabe, um dia, eu caia na conversa fiada dele. Parabéns pra ele! Será mais um materialista feliz!
Ou então, quem sabe (e tomara que assim seja), eu tenha mais sucesso resisitndo às suas palavras e um dia desfrute o sucesso e o prazer de abrir a laranja podre e fazer o mundo inteiro cheirá-la.
domingo, 21 de setembro de 2008
Sol
Ah, Sol... Que dia bonito!
E aqui da areia da praia você parece ainda mais quentinho, mais brilhante!
Que maravilhosas horas passamos juntos!
Teu calor é tão bom.....
Ei, você tá indo embora?
Por que está tão longe?
Por que tá ficando tudo mais escuro?
Sol... Por que você tá brilhando menos?
O que eu fiz....?
Por que você não diz o que eu fiz?
Ein?
Sol... volta aqui....
Pfff (corre)
Ui.... que água gelada!
Ei, Sol... espera, não fica triste comigo... Me diz o que eu fiz pra você!
Não foge.....
(chora)
Ptf.... Pffff.... Onda idiota!
Ei, Sol.... tá difícil de nadar.... a areia está deixando minhas roupas pesadas, o sal nos meus olhos me cegou.....
Sol! Por que não me espera?!
Eeei... (chora)
Só me diz..... Pffff (onda)
o que eu fiz..... (chora mais)
Não vai sem mim....
...
...
...
Glub.
E aqui da areia da praia você parece ainda mais quentinho, mais brilhante!
Que maravilhosas horas passamos juntos!
Teu calor é tão bom.....
Ei, você tá indo embora?
Por que está tão longe?
Por que tá ficando tudo mais escuro?
Sol... Por que você tá brilhando menos?
O que eu fiz....?
Por que você não diz o que eu fiz?
Ein?
Sol... volta aqui....
Pfff (corre)
Ui.... que água gelada!
Ei, Sol... espera, não fica triste comigo... Me diz o que eu fiz pra você!
Não foge.....
(chora)
Ptf.... Pffff.... Onda idiota!
Ei, Sol.... tá difícil de nadar.... a areia está deixando minhas roupas pesadas, o sal nos meus olhos me cegou.....
Sol! Por que não me espera?!
Eeei... (chora)
Só me diz..... Pffff (onda)
o que eu fiz..... (chora mais)
Não vai sem mim....
...
...
...
Glub.
sábado, 20 de setembro de 2008
Prisão
O dia passa.
O sol já não está mais no topo do céu.
Eu escrevo uma carta sem destinatário, sem motivo aparente.
Falo sobre o mundinho que existe dentro de mim. O meu mundinho particular. Das invasões amorosas. As catástrofes ambientais. O assolamento.
Por um instante ouço um riso baixinho que vem da janela.
Uma espiadinha não fará mal algum... talvez.
O primeiro contato com a luz, depois de muito, mas muito tempo (muito tempo mesmo) no escuro é sempre desconfortável.
Fechei os olhos e agora, perto da janela, o riso parecia mais alto.
Insistí, fui abrindo os olhos aos poucos e correram pelo menos uns 3 minutos até que minhas pupilas se ajustassem à claridade.
Olhei para fora, meu queixo caiu.
E fiquei assim.
Sentei na janela e fiquei boquiaberta, obsevando as crianças na rua.
O sol.
O vento.
O sol foi embora e descobrí as estrelas...
Ah, quantos pontinhos.........................
O ar ficou mais frio. A vista mais turva, indecifrável.
Noite misteriosa.
Apesar da tarde bonita, a noite parecia muito mais fascinante.
Dei por mim quando uma voz vinda da cozinha informou que o alimento estava disponível em cima de uma tábua com quatro pernas.
Quatro pernas atraentes esculpidas a mão, com detalhes indescritíveis.
Abandonei a janela e fui buscar uma quantidade de comida que me satisfaria e voltei para o quarto.
A janela não chamou mais a minha atenção.
E eu voltei para a toca no escuro, para terminar a carta sem destinatário.
Assim como a distração me sugou para fora, ela também fez os interesses mudarem.
Um sinal? Quem sabe...
Talvez eu devia estar sob o efeito de açúcares de novo...
De onde veio a energia?
Por que fiz a curva no caminho?
As perguntas vieram e o mundo lá fora....
Ficou lá fora mesmo.
A experiência que me desligou do buraco por todo aquele tempo fez surgir novas questões que me colocaram lá dentro de novo.
A surpresa foi tanta que agora tenho medo de experimentá-la novamente.
Quem sabe o que poderia aontecer?
Será que eu voltaria a ser feliz?
Será que tudo isso que se transformou para eu me tornar o que sou hoje foi efeito da falta de açúcar?
Minha previsão tranquiliza.
Mais dias gastando folhas de papel reciclado.
Talvez eu ainda encontre o rumo certo.
Mas por enquanto... melhor ficar em terreno conhecido, dando voltas, e nós nos dedos até que você venha me resgatar.
É facil ficar esperando, não?
Covarde ¬¬
O sol já não está mais no topo do céu.
Eu escrevo uma carta sem destinatário, sem motivo aparente.
Falo sobre o mundinho que existe dentro de mim. O meu mundinho particular. Das invasões amorosas. As catástrofes ambientais. O assolamento.
Por um instante ouço um riso baixinho que vem da janela.
Uma espiadinha não fará mal algum... talvez.
O primeiro contato com a luz, depois de muito, mas muito tempo (muito tempo mesmo) no escuro é sempre desconfortável.
Fechei os olhos e agora, perto da janela, o riso parecia mais alto.
Insistí, fui abrindo os olhos aos poucos e correram pelo menos uns 3 minutos até que minhas pupilas se ajustassem à claridade.
Olhei para fora, meu queixo caiu.
E fiquei assim.
Sentei na janela e fiquei boquiaberta, obsevando as crianças na rua.
O sol.
O vento.
O sol foi embora e descobrí as estrelas...
Ah, quantos pontinhos.........................
O ar ficou mais frio. A vista mais turva, indecifrável.
Noite misteriosa.
Apesar da tarde bonita, a noite parecia muito mais fascinante.
Dei por mim quando uma voz vinda da cozinha informou que o alimento estava disponível em cima de uma tábua com quatro pernas.
Quatro pernas atraentes esculpidas a mão, com detalhes indescritíveis.
Abandonei a janela e fui buscar uma quantidade de comida que me satisfaria e voltei para o quarto.
A janela não chamou mais a minha atenção.
E eu voltei para a toca no escuro, para terminar a carta sem destinatário.
Assim como a distração me sugou para fora, ela também fez os interesses mudarem.
Um sinal? Quem sabe...
Talvez eu devia estar sob o efeito de açúcares de novo...
De onde veio a energia?
Por que fiz a curva no caminho?
As perguntas vieram e o mundo lá fora....
Ficou lá fora mesmo.
A experiência que me desligou do buraco por todo aquele tempo fez surgir novas questões que me colocaram lá dentro de novo.
A surpresa foi tanta que agora tenho medo de experimentá-la novamente.
Quem sabe o que poderia aontecer?
Será que eu voltaria a ser feliz?
Será que tudo isso que se transformou para eu me tornar o que sou hoje foi efeito da falta de açúcar?
Minha previsão tranquiliza.
Mais dias gastando folhas de papel reciclado.
Talvez eu ainda encontre o rumo certo.
Mas por enquanto... melhor ficar em terreno conhecido, dando voltas, e nós nos dedos até que você venha me resgatar.
É facil ficar esperando, não?
Covarde ¬¬
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Fio
Fio pode ser arte nas mãos habilidosas das tricoteiras.
Pode mergulhar no cerol e cortar as mãos dos meninos que empinam pipa.
O fio eletrocuta quando ligado à corrente elétrica.
Ata, junta, conecta quando moldado em um perfeito nó.
Transporta luz, imagens e sons ao redor do mundo.
Laça e imobiliza o cordeiro fugitivo.
Diverte as crianças e exercita.
Pode virar peruca.
Tem a cor que você imaginar.
O fio pode ser reforçado e virar uma corda que salva a vida do alpinista, ou tirar a vida do suicida.
Sou um fio inerte nas tuas mãos. Use e abuse dessa massa alongada que está totalmente à sua disposição.
Pode mergulhar no cerol e cortar as mãos dos meninos que empinam pipa.
O fio eletrocuta quando ligado à corrente elétrica.
Ata, junta, conecta quando moldado em um perfeito nó.
Transporta luz, imagens e sons ao redor do mundo.
Laça e imobiliza o cordeiro fugitivo.
Diverte as crianças e exercita.
Pode virar peruca.
Tem a cor que você imaginar.
O fio pode ser reforçado e virar uma corda que salva a vida do alpinista, ou tirar a vida do suicida.
Sou um fio inerte nas tuas mãos. Use e abuse dessa massa alongada que está totalmente à sua disposição.
sábado, 13 de setembro de 2008
Ventos passados
Sorrisos passados, abraços roubados.
Ciúmes risonhos, muitas lembranças...
Problemas que pareciam não ter solução.
Amizade, talvez.
Incentivos, provocações, segredos, soluções e o fim.
Assuntos resolvidos, conflitos criados!
Como?!
Novas questões.
E onde se encontram todas essas respostas?
Onde as pessoas arrumam tantos motivos? Tantas confusões?
Ganham-se uns, perdem-se outros....
E o jogo continua.
Ao som do apito, voltam as questões.
Com o time reduzido, procuro o "onde" que contém as minhas armas.
Ciúmes risonhos, muitas lembranças...
Problemas que pareciam não ter solução.
Amizade, talvez.
Incentivos, provocações, segredos, soluções e o fim.
Assuntos resolvidos, conflitos criados!
Como?!
Novas questões.
E onde se encontram todas essas respostas?
Onde as pessoas arrumam tantos motivos? Tantas confusões?
Ganham-se uns, perdem-se outros....
E o jogo continua.
Ao som do apito, voltam as questões.
Com o time reduzido, procuro o "onde" que contém as minhas armas.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Mentes brilhantes
Autopsicografia
O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
(Fernando Pessoa ele-mesmo.Cancioneiro)
O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
(Fernando Pessoa ele-mesmo.Cancioneiro)
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Andava feliz por aí, quando ví meu nome rabiscado num lugar qualquer...
... Sabe... comecei a pensar novamente....
Pichações são questionáveis.
Elas são legais quando exprimem algum tipo de arte, como desenho ou texto. Acho grafite o máximo e admiro pra caramba. Também adoro chegar no banheiro e dar com uma frase super legal escrita na porta.
Nomes.... bem. Quando é a assinatura do autor da arte, poxa... direitos autorais, né?
Mas xingamentos são um lixo para a minha visão. Mal riscados e vulgares, me deixam para baixo.
Além do mais.... Vai dizer: é covardia!
É muito fácil falar mal de alguém, sem olhar na cara da pessoa "detestada".
Nesses últimos quatro anos, depois da minha primeira crise existencial, tenho aceitado a vida de um modo diferente. Minha vida ganhou um sentido diferente, ou melhor, perdí todos os sentidos e meu sentido é encontrar um.
Comecei a analisar todas as minhas relações sociais: amigos, família...
E iniciei a busca pelo diferente. Não para chamar a atenção, mas para fugir, escapar, me livrar de toda essa chatice comum, rotineira, essa coisa de ser normal, ser controlada por essa sociedade maldita.
Me espanto com as outras pessoas. Meus amigo me conhecem bem. Ou melhor... conheciam, porque agora ando evitando o contato social. Sozinha, ninguém manda em mim, faço as coisas do meu jeito, na hora que achar que é o momento certo! E se houver decepção, a coisa é comigo mesmo. Não preciso ficar pedindo desculpas pra mim mesma por ser grossa! Se a coisa é só comigo, eu resolvo, mas se outras pessoas estão envolvidas... eu não sei como agir, como pedir, como me desculpar, como me comunicar... Ando quase que uma anti social mesmo.
Pois é... não me impressiono com a quantidade de pessoas que dizem não gostar de mim. Eu perdôo, sabe? Nem me conhecem, não sabem de quem estão falando, e quando me vêem com outras pessoas, estou cortando conversas, estressada, xingando algo ou alguém, saindo do grupo para me isolar em um canto para ficar pensando na vida, calada.
Mas essas são pessoas que dizem não gostar de mim (repetindo) porque não me conhecem. Falam isso porque nem sonham em querer se relacionar com uma pessoa que não quer contato social.
Então, essas pessoas me deixam em paz. No meu canto. O que me irrita muito, mas muito mesmo é quando preciso desse contato (para acabar com alguma dúvida que esteja boqueando os meus pensamentos), desse poder de voz, e esses inúteis me jogam pro canto de novo, como se dissessem: "Espera lá, você sempre quieta, e quer falar agora? Aposto que vai criticar. Volta pro teu canto. Assim como você não nos quer, também não queremos você".
Pois é... e as pessoas são assim mesmo. Elas gostam de viver em conjunto e isolam quem critica esse modo de vida. Não posso culpar ninguém por não gostar de mim sem me conhecer. Fala sério! Todo mundo tem o direito de não gostar de alguém.
Mas o que realmente me incomodou, foi o fato de saber que existe gente que me ODEIA e não me conhece.... Foi assim: julgar o produto pela embalagem, entende?
Aquelas letras mal desenhadas...
Quer xingar? Xingue! Direito de expressão!
Mas pichar... foi estranho.
A respeito do que estava escrito... bem. "Quem avisa amigo é". Se eu sou isso mesmo.... então muito obrigada!!!! Você salvou a minha vida!!! Pffff.... Duvido que fosse um aviso.
Raciocina comigo aqui:
Se era um aviso, então o outor é meu amigo. Mas se eu sei que não é meu amigo, então não é um aviso (verdade), mas uma mentira.
Então o autor se entregou! Assumiu-se o mentiroso!
Se era mentira... o autor teria vários motivos para escrever tal coisa. Inveja? Seja lá o que fôr, isso precisaria de uma base, um fundamento. Para detestar alguém, você precisa primeiro ter contato com essa pessoa para depois tirar suas conclusões (ruins) e então detestá-la.
Só que.... como uma pessoa que não me conhece, que nunca se relacionou comigo e tudo o mais pôde tirar a conclusão de que me odeia?
Simplesmente, ela não pode me odiar. Pode não me conhecer e não gostar de mim.
Essa pessoa pode não ter base o suficiente para provar para sí própria o quanto eu sou 'detestável'.
Então, na falta de raciocínio, escolheu o caminho mais rápido (o mesmo que a gente usava quando criança): "te odeio" (dito sem base e fundamento como o: nunca mais brinco com você)
Às vezes, para provar uma coisa para nós mesmos, precisamos manifestr esse pensamento. Transformá-lo em algo concreto.
Resumindo: o pichador não gosta de mim por não ter tido contato direto comigo. Ele não quer gostar de mim (aí entram fatores externos, que não cabem a mim) e a sua cabeça se ocupa com isso (em evitar, reprovar tudo o que me representa, etc.) e precisa provar para sí mesmo que o seu pensamento está focado em não ter relações sociais comigo. Assim, transforma o seu pensamento em algo concreto (as palavras) falando mentiras que confortam a ele mesmo (porque se osse verdade, isso confortaria a mim, e esse não é o objetivo).
No início fiquei chateada por ter visto. Queria ter pegado outro caminho... Evitado aquela cena. Mas pensando o resto do dia no assunto, fiquei feliz.
O pichador conseguiu realmente me atingir. Estragou o meu dia (que fiquei aqui pensando e evitando quem estava a minha volta). Foi um dia um pouquinho "deprê" mesmo.
Mas foi só um dia. Este dia pensando me salvou de muitos outros dias. Com certeza não ficarei tão chocada em outras situações. E melhor ainda. Agora entendo o que me levava a pichar no passado.
Conhecer a sí próprio é o caminho para a vida feliz.
Não posso agradecer o pichador. Afinal de contas, ele não ajudou em nada. Só me deu mais um assunto para pensar.
Pichações são questionáveis.
Elas são legais quando exprimem algum tipo de arte, como desenho ou texto. Acho grafite o máximo e admiro pra caramba. Também adoro chegar no banheiro e dar com uma frase super legal escrita na porta.
Nomes.... bem. Quando é a assinatura do autor da arte, poxa... direitos autorais, né?
Mas xingamentos são um lixo para a minha visão. Mal riscados e vulgares, me deixam para baixo.
Além do mais.... Vai dizer: é covardia!
É muito fácil falar mal de alguém, sem olhar na cara da pessoa "detestada".
Nesses últimos quatro anos, depois da minha primeira crise existencial, tenho aceitado a vida de um modo diferente. Minha vida ganhou um sentido diferente, ou melhor, perdí todos os sentidos e meu sentido é encontrar um.
Comecei a analisar todas as minhas relações sociais: amigos, família...
E iniciei a busca pelo diferente. Não para chamar a atenção, mas para fugir, escapar, me livrar de toda essa chatice comum, rotineira, essa coisa de ser normal, ser controlada por essa sociedade maldita.
Me espanto com as outras pessoas. Meus amigo me conhecem bem. Ou melhor... conheciam, porque agora ando evitando o contato social. Sozinha, ninguém manda em mim, faço as coisas do meu jeito, na hora que achar que é o momento certo! E se houver decepção, a coisa é comigo mesmo. Não preciso ficar pedindo desculpas pra mim mesma por ser grossa! Se a coisa é só comigo, eu resolvo, mas se outras pessoas estão envolvidas... eu não sei como agir, como pedir, como me desculpar, como me comunicar... Ando quase que uma anti social mesmo.
Pois é... não me impressiono com a quantidade de pessoas que dizem não gostar de mim. Eu perdôo, sabe? Nem me conhecem, não sabem de quem estão falando, e quando me vêem com outras pessoas, estou cortando conversas, estressada, xingando algo ou alguém, saindo do grupo para me isolar em um canto para ficar pensando na vida, calada.
Mas essas são pessoas que dizem não gostar de mim (repetindo) porque não me conhecem. Falam isso porque nem sonham em querer se relacionar com uma pessoa que não quer contato social.
Então, essas pessoas me deixam em paz. No meu canto. O que me irrita muito, mas muito mesmo é quando preciso desse contato (para acabar com alguma dúvida que esteja boqueando os meus pensamentos), desse poder de voz, e esses inúteis me jogam pro canto de novo, como se dissessem: "Espera lá, você sempre quieta, e quer falar agora? Aposto que vai criticar. Volta pro teu canto. Assim como você não nos quer, também não queremos você".
Pois é... e as pessoas são assim mesmo. Elas gostam de viver em conjunto e isolam quem critica esse modo de vida. Não posso culpar ninguém por não gostar de mim sem me conhecer. Fala sério! Todo mundo tem o direito de não gostar de alguém.
Mas o que realmente me incomodou, foi o fato de saber que existe gente que me ODEIA e não me conhece.... Foi assim: julgar o produto pela embalagem, entende?
Aquelas letras mal desenhadas...
Quer xingar? Xingue! Direito de expressão!
Mas pichar... foi estranho.
A respeito do que estava escrito... bem. "Quem avisa amigo é". Se eu sou isso mesmo.... então muito obrigada!!!! Você salvou a minha vida!!! Pffff.... Duvido que fosse um aviso.
Raciocina comigo aqui:
Se era um aviso, então o outor é meu amigo. Mas se eu sei que não é meu amigo, então não é um aviso (verdade), mas uma mentira.
Então o autor se entregou! Assumiu-se o mentiroso!
Se era mentira... o autor teria vários motivos para escrever tal coisa. Inveja? Seja lá o que fôr, isso precisaria de uma base, um fundamento. Para detestar alguém, você precisa primeiro ter contato com essa pessoa para depois tirar suas conclusões (ruins) e então detestá-la.
Só que.... como uma pessoa que não me conhece, que nunca se relacionou comigo e tudo o mais pôde tirar a conclusão de que me odeia?
Simplesmente, ela não pode me odiar. Pode não me conhecer e não gostar de mim.
Essa pessoa pode não ter base o suficiente para provar para sí própria o quanto eu sou 'detestável'.
Então, na falta de raciocínio, escolheu o caminho mais rápido (o mesmo que a gente usava quando criança): "te odeio" (dito sem base e fundamento como o: nunca mais brinco com você)
Às vezes, para provar uma coisa para nós mesmos, precisamos manifestr esse pensamento. Transformá-lo em algo concreto.
Resumindo: o pichador não gosta de mim por não ter tido contato direto comigo. Ele não quer gostar de mim (aí entram fatores externos, que não cabem a mim) e a sua cabeça se ocupa com isso (em evitar, reprovar tudo o que me representa, etc.) e precisa provar para sí mesmo que o seu pensamento está focado em não ter relações sociais comigo. Assim, transforma o seu pensamento em algo concreto (as palavras) falando mentiras que confortam a ele mesmo (porque se osse verdade, isso confortaria a mim, e esse não é o objetivo).
No início fiquei chateada por ter visto. Queria ter pegado outro caminho... Evitado aquela cena. Mas pensando o resto do dia no assunto, fiquei feliz.
O pichador conseguiu realmente me atingir. Estragou o meu dia (que fiquei aqui pensando e evitando quem estava a minha volta). Foi um dia um pouquinho "deprê" mesmo.
Mas foi só um dia. Este dia pensando me salvou de muitos outros dias. Com certeza não ficarei tão chocada em outras situações. E melhor ainda. Agora entendo o que me levava a pichar no passado.
Conhecer a sí próprio é o caminho para a vida feliz.
Não posso agradecer o pichador. Afinal de contas, ele não ajudou em nada. Só me deu mais um assunto para pensar.
domingo, 24 de agosto de 2008
Dizem que quando o artista está triste é que ele faz suas melhores obras.
Alguns entendidos em psicanálise afirmam que a inspiração é o momento em que o subconsciente aflora e o que escrevemos, desenhamos ou esculpimos parece não vir de nós.
Achava que isso era bobagem. Até acontecer comigo.
Meu subconsciente só se mostra nos piores momentos.
E surgem as palavras mais bonitas, as frases mais elaboradas.
Pensei que em dois, minha vida mudaria. Que esses flashes de inspiração acabassem.
Me enganei.
Muitos momentos felizes, mas o problema é colocar tudo pra fora.
Mas como essa vida é muito nada maravilhosa mesmo, logo chega a hora.
E todas aquelas lembranças perfeitas, todos aqueles sentimentos voltam.
A saudade é reparadora.
Sabe?
Preciso de mais momentos felizes.
Na próxima queda, quero ter mais sentimentos, mais arrepios.
Mais músicas, mais trilhas sonoras para grandes minutos de digitação.
Mais noites de mãozinhas bobas, mais portões se fechando, mais luzes sendo acesas antes do tempo, mais paredes de cozinha, mais pontos de ônibus, mais bater de cabeça no vidro, mais festas de garagem, mais bicicletas, mais 'tira a mão daí!', mais interrupções, menos interrupções.
Ultimamente ando me surpreendendo. O 'eu e você' está evoluindo.
Já fui acusada de ladra...
Será que um dia o mundo vai entender o que eu fiz?
Ou melhor: Será que um dia vão entender que eu não fiz nada?
Provas?!: tenho sérios problemas com a chamada 'vontade própria'. Eu não a possuo. Ou possuo em partes. Mas isso eu vou adquirindo, aprendendo com você. Sempre tão confiante ^^
Essa semana me questionaram: "Sofia, por que você tem que ser diferente em tudo?"
Fiquei a pensar...
Eu sou única no mundo, tenho liberdade de expressão... e por que não posso ser diferente?
Talvez seja por isso que ando cada vez mais distante do amigos.
Eles me entenderiam?
São simples seres viventes, ou seja, são felizes.
Eu não vivo simplesmente. Questiono, critico. E, em partes, acabo feliz.
Então não. Eles não entendem.
Será que desta vez fiz algo certo?
Será que encontrei alguém que possa ficar comigo não só fisicamente, mas que acompanhe os dedinhos?
Poderei escrever mais posts inspiradores?
Sem cair na depressão?
Ou será que alguém afundaria comigo?
Para terminarmos afundados e felizes?
Ou superiores e felizes?
Agora deu até vontade de viver....
Só para descobrir as respostas dessas perguntas.
Já está tarde. Mente a mil por hora. Corpinho cansado que precisa repousar.
Em poucas horas, precisarei da minha parte física.
Só quero saber como vou fazer essa cabecinha parar pra poder mimir.
Satisfeita por expôr o que andava sufocando.
Agora só penso no anel.
Alguns entendidos em psicanálise afirmam que a inspiração é o momento em que o subconsciente aflora e o que escrevemos, desenhamos ou esculpimos parece não vir de nós.
Achava que isso era bobagem. Até acontecer comigo.
Meu subconsciente só se mostra nos piores momentos.
E surgem as palavras mais bonitas, as frases mais elaboradas.
Pensei que em dois, minha vida mudaria. Que esses flashes de inspiração acabassem.
Me enganei.
Muitos momentos felizes, mas o problema é colocar tudo pra fora.
Mas como essa vida é muito nada maravilhosa mesmo, logo chega a hora.
E todas aquelas lembranças perfeitas, todos aqueles sentimentos voltam.
A saudade é reparadora.
Sabe?
Preciso de mais momentos felizes.
Na próxima queda, quero ter mais sentimentos, mais arrepios.
Mais músicas, mais trilhas sonoras para grandes minutos de digitação.
Mais noites de mãozinhas bobas, mais portões se fechando, mais luzes sendo acesas antes do tempo, mais paredes de cozinha, mais pontos de ônibus, mais bater de cabeça no vidro, mais festas de garagem, mais bicicletas, mais 'tira a mão daí!', mais interrupções, menos interrupções.
Ultimamente ando me surpreendendo. O 'eu e você' está evoluindo.
Já fui acusada de ladra...
Será que um dia o mundo vai entender o que eu fiz?
Ou melhor: Será que um dia vão entender que eu não fiz nada?
Provas?!: tenho sérios problemas com a chamada 'vontade própria'. Eu não a possuo. Ou possuo em partes. Mas isso eu vou adquirindo, aprendendo com você. Sempre tão confiante ^^
Essa semana me questionaram: "Sofia, por que você tem que ser diferente em tudo?"
Fiquei a pensar...
Eu sou única no mundo, tenho liberdade de expressão... e por que não posso ser diferente?
Talvez seja por isso que ando cada vez mais distante do amigos.
Eles me entenderiam?
São simples seres viventes, ou seja, são felizes.
Eu não vivo simplesmente. Questiono, critico. E, em partes, acabo feliz.
Então não. Eles não entendem.
Será que desta vez fiz algo certo?
Será que encontrei alguém que possa ficar comigo não só fisicamente, mas que acompanhe os dedinhos?
Poderei escrever mais posts inspiradores?
Sem cair na depressão?
Ou será que alguém afundaria comigo?
Para terminarmos afundados e felizes?
Ou superiores e felizes?
Agora deu até vontade de viver....
Só para descobrir as respostas dessas perguntas.
Já está tarde. Mente a mil por hora. Corpinho cansado que precisa repousar.
Em poucas horas, precisarei da minha parte física.
Só quero saber como vou fazer essa cabecinha parar pra poder mimir.
Satisfeita por expôr o que andava sufocando.
Agora só penso no anel.
sábado, 23 de agosto de 2008
Beijos gelados
Talvez eu tenha nascido pra não ter amigos mesmo.
Talvez um dia eu encontre o verdadeiro significado da família.
Quem sabe eu não devia ter nascido bicho?!
Pelo menos assim entenderiam minhas atitudes...
O estresse que sinto por ser cobrada.
A ânsia de provocar.
Os arrepios que acompanham as músicas.
Hábitos noturnos talvez?
A conversa mole....
Que venham as crises de choro.
Eita semaninha pra chorar mesmo.... ¬¬
No refúgio seguro da minha casa, com o tempo controlado, a liberdade limitada, o volume controlado.... Essa minha liberdade controlada...
E continuo vivendo meus dias. Ainda não desistí.
Nunca imaginei que agüentaria tanto tempo.
Talvez sejam os beijos gelados, seus abraços demorados, os costumes engraçados.
Um sorriso.
Logo outro mais.
Essas coisas simples que nos fazem suportar a vida.
Para sofrermos logo após.
E cada dia mais.
Talvez um dia eu encontre o verdadeiro significado da família.
Quem sabe eu não devia ter nascido bicho?!
Pelo menos assim entenderiam minhas atitudes...
O estresse que sinto por ser cobrada.
A ânsia de provocar.
Os arrepios que acompanham as músicas.
Hábitos noturnos talvez?
A conversa mole....
Que venham as crises de choro.
Eita semaninha pra chorar mesmo.... ¬¬
No refúgio seguro da minha casa, com o tempo controlado, a liberdade limitada, o volume controlado.... Essa minha liberdade controlada...
E continuo vivendo meus dias. Ainda não desistí.
Nunca imaginei que agüentaria tanto tempo.
Talvez sejam os beijos gelados, seus abraços demorados, os costumes engraçados.
Um sorriso.
Logo outro mais.
Essas coisas simples que nos fazem suportar a vida.
Para sofrermos logo após.
E cada dia mais.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
(L)
O gelo que não derrete
A uva mais doce do cacho
A ilha mais paradisíaca
O leão mais carinhoso
A hora que não passa
A estrela mais brilhante
A risada mais deliciosa
O melancólico anônimo
A estrada sem fim...
A uva mais doce do cacho
A ilha mais paradisíaca
O leão mais carinhoso
A hora que não passa
A estrela mais brilhante
A risada mais deliciosa
O melancólico anônimo
A estrada sem fim...
sábado, 2 de agosto de 2008
Só posso não desistir
Queria que as passoas não precisassem se importar comigo.
Queria que a vida solitária fosse possível.
Não depender de ninguém.
Não depender de horários.
Não precisar comer.
Não precisar dormir.
Queria não estar devendo tantos pedidos de desculpas.
Queria que eu muitas vezes pensasse antes de falar.
Queria ser melhor para os que me querem bem.
Queria ter mais coragem para encarar os tantos que não me suportam.
Não ser cobrada.
Não decepcionar tanto.
Queria chorar menos.
Queria relaxar mais.
Não me importar com certos objetos.
Não ser tão precisa.
Não ter tantas crises.
Não pensar tanto.
Queria dar conta de tudo.
Queria saber me concentrar.
Queria fazer o que gosto.
Queria mandar a vida se danar.
Não ficar tanto em casa.
Não desobedecer tanto.
Eu só queria poder te ver mais, te abraçar mais, te beijar mais.
Mas como dizem: "querer não é poder".
E cansada de tentar, pelo visto, eu não posso.
Queria que a vida solitária fosse possível.
Não depender de ninguém.
Não depender de horários.
Não precisar comer.
Não precisar dormir.
Queria não estar devendo tantos pedidos de desculpas.
Queria que eu muitas vezes pensasse antes de falar.
Queria ser melhor para os que me querem bem.
Queria ter mais coragem para encarar os tantos que não me suportam.
Não ser cobrada.
Não decepcionar tanto.
Queria chorar menos.
Queria relaxar mais.
Não me importar com certos objetos.
Não ser tão precisa.
Não ter tantas crises.
Não pensar tanto.
Queria dar conta de tudo.
Queria saber me concentrar.
Queria fazer o que gosto.
Queria mandar a vida se danar.
Não ficar tanto em casa.
Não desobedecer tanto.
Eu só queria poder te ver mais, te abraçar mais, te beijar mais.
Mas como dizem: "querer não é poder".
E cansada de tentar, pelo visto, eu não posso.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
O tempo não existe
Hoje, mais do que nunca, posso dizer, afirmar e confirmar que o tempo é o melhor remédio.
Não o tempo no sentido de horas, dias, etc, mas o tempo no sentido de continuar vivendo e aprendendo.
Depois de tantas lágrimas, travesseiros, overdoses musicais, crises existenciais, súplicas de suicídio, brigas, corações chutados, cartas de despedida, poemas terminais e chocolates sem açúcar, o tempo e a vida conseguiram endireitar a chavezinha inalcansável no dorso.
Aprendí que na espreita, sem ação, brincando com o psicológico e usando verdadeiras táticas de guerra, é possível fazer o que se quer.
É claro que isso renderia uma consciencia um tanto que pesada, mas o estragável se conserta. E foi consertado.
E foi outra lição aprendida.
Logo, logo aprendí sobre o autocontrole. Meu atual modo de vida (aperfeiçoando sempre).
Faça nada, ame o espelho, esqueça o passado, pense no amanhã e só em você mesmo (sem ser egoísta, mas mantendo a auto-estima)
Uma bombinha-relógio foi desativada.
É incrível como a realização dos sonhos está na ponta do nariz, mas fazemos questão de não ver.
É só ver e esperar. {acontece}
Ah! Muita paciência que me falta... :(
Kalula aos desesperados!
A vida é feliz, acreditem na tristeza.
Não o tempo no sentido de horas, dias, etc, mas o tempo no sentido de continuar vivendo e aprendendo.
Depois de tantas lágrimas, travesseiros, overdoses musicais, crises existenciais, súplicas de suicídio, brigas, corações chutados, cartas de despedida, poemas terminais e chocolates sem açúcar, o tempo e a vida conseguiram endireitar a chavezinha inalcansável no dorso.
Aprendí que na espreita, sem ação, brincando com o psicológico e usando verdadeiras táticas de guerra, é possível fazer o que se quer.
É claro que isso renderia uma consciencia um tanto que pesada, mas o estragável se conserta. E foi consertado.
E foi outra lição aprendida.
Logo, logo aprendí sobre o autocontrole. Meu atual modo de vida (aperfeiçoando sempre).
Faça nada, ame o espelho, esqueça o passado, pense no amanhã e só em você mesmo (sem ser egoísta, mas mantendo a auto-estima)
Uma bombinha-relógio foi desativada.
É incrível como a realização dos sonhos está na ponta do nariz, mas fazemos questão de não ver.
É só ver e esperar. {acontece}
Ah! Muita paciência que me falta... :(
Kalula aos desesperados!
A vida é feliz, acreditem na tristeza.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Sentindo
Visão
Paladar
Audição
Olfato
Tato
Tudo teu. Sentidos diferentes. Digo, 5 sentidos que representam sentidos diferentes. Sentidos que nos ajudam a encontrar sentidos para viver. Sentidos que nos fazem sentir o mundo de verdade. Sentir o sentido do caminho. Porque sentindo, é muito mais fácil. Os sentidos unidos completam o sentido do sentimento. Fragmentos de sentimento que se tornam um sentimento só, com apenas um sentido:
Você.
Paladar
Audição
Olfato
Tato
Tudo teu. Sentidos diferentes. Digo, 5 sentidos que representam sentidos diferentes. Sentidos que nos ajudam a encontrar sentidos para viver. Sentidos que nos fazem sentir o mundo de verdade. Sentir o sentido do caminho. Porque sentindo, é muito mais fácil. Os sentidos unidos completam o sentido do sentimento. Fragmentos de sentimento que se tornam um sentimento só, com apenas um sentido:
Você.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Madrastas
O caos movimenta as engrenagens do seu raciocínio e o Urubú bate os pratos dourados usando uniforme roxo.
Adoro o jeito cínico delas, que me enoja em tantas outras personagens.
Depois de muitos feitiços fracassados, finais felizes e disfarces fajutos, elas não se contentam mais com maçãs e trabalho forçado. A bondade saiu de moda.
As víboras guardam bem as suas línguas e estocam veneno para o bote perfeito.
A felicidade é mais doce na desgraça.
As princesas de hoje já aprenderam muito com suas 'mães'.
"Pelo menos os cacos estão limpos". (MT)
Adoro o jeito cínico delas, que me enoja em tantas outras personagens.
Depois de muitos feitiços fracassados, finais felizes e disfarces fajutos, elas não se contentam mais com maçãs e trabalho forçado. A bondade saiu de moda.
As víboras guardam bem as suas línguas e estocam veneno para o bote perfeito.
A felicidade é mais doce na desgraça.
As princesas de hoje já aprenderam muito com suas 'mães'.
"Pelo menos os cacos estão limpos". (MT)
sábado, 28 de junho de 2008
8 - 2 = 6
Vertigem.
Que vislumbre a vista comigo para sempre, num acampamento eterno.
Agora já está resolvido. Felicidades de todos os lados.
Komari feliz :)
Juntos para enfrentar qualquer boato ou mentira e sem ligar para nada disso.
Porque agora provamos o que muitos duvidavam.
Queimem agora. Mordam suas línguas de cobra.
Entre círculos e estralos, vivo o presente de fitas resistentes. Sempre contente com as surpresinhas.
Agora sim, mais feliz impossível.
Nada mais completo, mais perfeito ou mais belo que essa sensação de Bella Notte.
Que vislumbre a vista comigo para sempre, num acampamento eterno.
Agora já está resolvido. Felicidades de todos os lados.
Komari feliz :)
Juntos para enfrentar qualquer boato ou mentira e sem ligar para nada disso.
Porque agora provamos o que muitos duvidavam.
Queimem agora. Mordam suas línguas de cobra.
Entre círculos e estralos, vivo o presente de fitas resistentes. Sempre contente com as surpresinhas.
Agora sim, mais feliz impossível.
Nada mais completo, mais perfeito ou mais belo que essa sensação de Bella Notte.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
00:24
Amigos irritam
Familiares limitam
Educadores criticam
Histórias imitam
Mas enquanto eu tiver você, os sons e as palavras, tenho motivos para acreditar na felicidade.
O mundo gira e nós corremos no sentido oposto, meu querido.
A física já não existe para nós, porque alcançamos o impossível, a gente se tem.
É, meu sonhador, o mundo nunca irá aceitar a perfeição.
Surgirão barreiras e só poderemos dar as mãos e seguir até a linha de chegada, sem contar os segundos e sem olhar para trás.
Eu só não quero tropeçar.
"Me abraça".
Familiares limitam
Educadores criticam
Histórias imitam
Mas enquanto eu tiver você, os sons e as palavras, tenho motivos para acreditar na felicidade.
O mundo gira e nós corremos no sentido oposto, meu querido.
A física já não existe para nós, porque alcançamos o impossível, a gente se tem.
É, meu sonhador, o mundo nunca irá aceitar a perfeição.
Surgirão barreiras e só poderemos dar as mãos e seguir até a linha de chegada, sem contar os segundos e sem olhar para trás.
Eu só não quero tropeçar.
"Me abraça".
terça-feira, 17 de junho de 2008
Mais feliz... possível ;~
Ah, vidinha... sempre uma surpresinha diferente.
Primeira crise depois de começar a viver.
Mais confusa que o caos da anarquia anterior, rendendo agonias mais pesadas e cada vez menos explicações.
Pelo menos os ciumezinhos me confortam, mostrando que ainda resta um pouco da Komari que conheço.
Espero pelo fim desta semana, implorando que tudo passe voando como um passeio de bicicleta, menos a minha 4a feira (que dure para sempre).
Ah, gotas salgadas que hoje congelam nessa ausência de calor. Se pudessem trazer o passado de volta... saudades não seriam nosso problema.
Malditas palavras que calam a inspiração... um dia (em breve) fujo para minha pseudoliberdade, onde palavras serão apenas pensamentos e a música voará solta, sem esse limite físico impertinente que a separa do Nirvana.
Primeira crise depois de começar a viver.
Mais confusa que o caos da anarquia anterior, rendendo agonias mais pesadas e cada vez menos explicações.
Pelo menos os ciumezinhos me confortam, mostrando que ainda resta um pouco da Komari que conheço.
Espero pelo fim desta semana, implorando que tudo passe voando como um passeio de bicicleta, menos a minha 4a feira (que dure para sempre).
Ah, gotas salgadas que hoje congelam nessa ausência de calor. Se pudessem trazer o passado de volta... saudades não seriam nosso problema.
Malditas palavras que calam a inspiração... um dia (em breve) fujo para minha pseudoliberdade, onde palavras serão apenas pensamentos e a música voará solta, sem esse limite físico impertinente que a separa do Nirvana.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Por cima, mais uma vez
Menos tempo ainda....
E cada vez menos.
Menos tempo pra escola
Menos tempo pros amigos
Menos tempo pra família
Menos tempo pra mim mesma
Aproveitando uma semana deliciosa de experiência no mundo do projeto social, tento organizar a vida e tudo o mais para arranjar um tempinho. Um pouco de molejo, doces e calor humano (e muita água). Será que rola?
Reduzindo o tempo que passo por aqui... tô dando conta.
Tanto tempo sem escrever.... tanto! Muita coisa se passou. Boas e ruins, é claro.
Mas só tenho que agradecer.
Obrigada a todos que fizeram destas últimas semanas, momentos maravilhosos da minha vida, que apesar de não estarem grafados em um diário (virtual, ou não), estão muito bem arquivados nessa minha cabecinha esquecida.
Ainda deliro com teu sorriso.
Mais ainda agora, que você sorri.
E cada vez menos.
Menos tempo pra escola
Menos tempo pros amigos
Menos tempo pra família
Menos tempo pra mim mesma
Aproveitando uma semana deliciosa de experiência no mundo do projeto social, tento organizar a vida e tudo o mais para arranjar um tempinho. Um pouco de molejo, doces e calor humano (e muita água). Será que rola?
Reduzindo o tempo que passo por aqui... tô dando conta.
Tanto tempo sem escrever.... tanto! Muita coisa se passou. Boas e ruins, é claro.
Mas só tenho que agradecer.
Obrigada a todos que fizeram destas últimas semanas, momentos maravilhosos da minha vida, que apesar de não estarem grafados em um diário (virtual, ou não), estão muito bem arquivados nessa minha cabecinha esquecida.
Ainda deliro com teu sorriso.
Mais ainda agora, que você sorri.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Uma dor
Músicas velhas... Ainda me consolam. Hoje.
Dia magnífico.
Um pouco de cor nessa vida.
Não é falta de paciência. É cansaço. É triste eu não entender.
Me ajuda!
Esqueço coisas, fico muda, não escuto, isolo, choro, lembro, discuto, bato, mas é só você...
Imploro este sentimento confuso.
Mas cansei de ver a mesma fita. De novo. E de novo.
Você me faz a confusão mais suplicante. E o resto do mundo, me acompanhe no prédio mais alto que eu encontrar.
...
Uma dor aqui. Uma agonia que cresceu. Um grito calado, sufocado, que meu coração prendeu lá no fundo da garganta. Por favor, faça ele sair.
Comprei pão. E ele havia acabado de sair do forno. Momento muito feliz. Pão quentinho... Mas faltou apetite, e eu não comí.
Não como mais, não durmo mais tranqüila, não respiro mais (este grito me sufoca).
Queria poder pegar a bicicleta, e voar de novo. Fazer o vento secar este rosto molhado. E sumir. Para sempre.
Se antes ocupavam-se me menosprezando, hoje faço isso eu mesma. Até entender o que minha vida significa nesse tricô, sou aquela linha falhada, que estraga o trabalho, que sobra.
Anda logo! Mé dá a tesoura!!
Mas ainda não é tempo, porque o fio tem que gastar mais.
Mais músicas.
Desidratação.
Mas não sinto fome.
A angústia me alimenta.
Preciso de mais uma noite.
Só que da próxima vez, prometo pra mim mesma viajar mais. Ir para BEM mais longe. Me perder na música. Um arrepio mais duradouro. Oh... como eu lembro daquela festa. Se não fosse apenas mais uma alma perdida na música. Como era feliz o tempo em que aceitava essas desilusões passageiras.
Mais uma noite!! Me leva com você!!!
Só mais uma noite contigo....
Dia magnífico.
Um pouco de cor nessa vida.
Não é falta de paciência. É cansaço. É triste eu não entender.
Me ajuda!
Esqueço coisas, fico muda, não escuto, isolo, choro, lembro, discuto, bato, mas é só você...
Imploro este sentimento confuso.
Mas cansei de ver a mesma fita. De novo. E de novo.
Você me faz a confusão mais suplicante. E o resto do mundo, me acompanhe no prédio mais alto que eu encontrar.
...
Uma dor aqui. Uma agonia que cresceu. Um grito calado, sufocado, que meu coração prendeu lá no fundo da garganta. Por favor, faça ele sair.
Comprei pão. E ele havia acabado de sair do forno. Momento muito feliz. Pão quentinho... Mas faltou apetite, e eu não comí.
Não como mais, não durmo mais tranqüila, não respiro mais (este grito me sufoca).
Queria poder pegar a bicicleta, e voar de novo. Fazer o vento secar este rosto molhado. E sumir. Para sempre.
Se antes ocupavam-se me menosprezando, hoje faço isso eu mesma. Até entender o que minha vida significa nesse tricô, sou aquela linha falhada, que estraga o trabalho, que sobra.
Anda logo! Mé dá a tesoura!!
Mas ainda não é tempo, porque o fio tem que gastar mais.
Mais músicas.
Desidratação.
Mas não sinto fome.
A angústia me alimenta.
Preciso de mais uma noite.
Só que da próxima vez, prometo pra mim mesma viajar mais. Ir para BEM mais longe. Me perder na música. Um arrepio mais duradouro. Oh... como eu lembro daquela festa. Se não fosse apenas mais uma alma perdida na música. Como era feliz o tempo em que aceitava essas desilusões passageiras.
Mais uma noite!! Me leva com você!!!
Só mais uma noite contigo....
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Maldita fila estagnada
Quando as coisas correm num ritmo alucinado, quando realmente preciso escrever, é quando tenho menos tempo para isso.
Viajando na filosofia das músicas, tento encontrar a solução para a vida. Talvez seja uma espécie de terapia... As músicas falam comigo! Algumas falam de verdade. Por isso fecho os olhos nas músicas que gosto, tentando sentir. Tentando transformar aquele som numa sensação única, que impregne na carne e me faça flutuar, e o som ecoa na cabeça, que já fica parecendo um infinito vazio. E eu esqueço tudo, e durante aqueles minutos, ou segundos, eu sou o próprio som. E as lágrimas vêm.
Quero também explicar que não sou falsa. Não leve a mal o fato de não conseguir olhar nos teus olhos. Sou tímida. Muito tímida.
Queria dizer também que viajo quando falas. Adoro tua voz. Deliro com tua risada. Nunca se cale.
Manipulada pela data de nascimento, sofro nossos desencontros. Malditos limites! (Mas um dia eles acabam - haja paciência!).
Ciúmes, receio, frustração, angústia, agonia, mais ciúmes, saudades e uma esperança que não sei como ainda sobrevive (grata por isso).
You is life.
And life is You (L)
Viajando na filosofia das músicas, tento encontrar a solução para a vida. Talvez seja uma espécie de terapia... As músicas falam comigo! Algumas falam de verdade. Por isso fecho os olhos nas músicas que gosto, tentando sentir. Tentando transformar aquele som numa sensação única, que impregne na carne e me faça flutuar, e o som ecoa na cabeça, que já fica parecendo um infinito vazio. E eu esqueço tudo, e durante aqueles minutos, ou segundos, eu sou o próprio som. E as lágrimas vêm.
Quero também explicar que não sou falsa. Não leve a mal o fato de não conseguir olhar nos teus olhos. Sou tímida. Muito tímida.
Queria dizer também que viajo quando falas. Adoro tua voz. Deliro com tua risada. Nunca se cale.
Manipulada pela data de nascimento, sofro nossos desencontros. Malditos limites! (Mas um dia eles acabam - haja paciência!).
Ciúmes, receio, frustração, angústia, agonia, mais ciúmes, saudades e uma esperança que não sei como ainda sobrevive (grata por isso).
You is life.
And life is You (L)
domingo, 11 de maio de 2008
Mais um abraço
1º Faça-me rir
2º Faça-me chorar
3º Esqueça-me
Prove-me o contrário e serei feliz para sempre.
Com medo. Peço desculpas por estar inexplicável esta semana, mas não consigo imaginar onde está essa tal saída do labirinto (se é que ela existe mesmo...).
Acordei mais uma vez feliz com o abraço. Mas logo fiquei triste ao imaginar o dia que teria pela frente. Governando sozinha, uma vida tão tua quanto minha, desfaço o laço que começei a fazer, com medo de refazê-lo tão imperfeito quanto da primeira vez. Com toda a vontade de colorir com diferntes fitas e tanta incerteza de deixá-lo para uma outra artesã que tenha mais prática e habilidade com as mãos.
A minha fita se gasta. Quero correr até a parte mais intacta, onde talvez possa encontrar uma emenda, mas tenho medo de que o impacto acabe rompendo o delicado tecido.
Alguém, por favor me empreste a agulha, para consertar esse defeito ou para que eu acabe de vez com essa fita imprestável e deixe de fazer parte do teu casaco de inverno para sempre.
"Estranha coisa, a amizade que, em vez de aproximação franca dos amgos, podia assim produzir a incerteza do mal-estar, uma situação prolongada de vexame, como se a convivência fosse um sacrifício e o sacrifício uma necessidade." (Raul Pompéia)
2º Faça-me chorar
3º Esqueça-me
Prove-me o contrário e serei feliz para sempre.
Com medo. Peço desculpas por estar inexplicável esta semana, mas não consigo imaginar onde está essa tal saída do labirinto (se é que ela existe mesmo...).
Acordei mais uma vez feliz com o abraço. Mas logo fiquei triste ao imaginar o dia que teria pela frente. Governando sozinha, uma vida tão tua quanto minha, desfaço o laço que começei a fazer, com medo de refazê-lo tão imperfeito quanto da primeira vez. Com toda a vontade de colorir com diferntes fitas e tanta incerteza de deixá-lo para uma outra artesã que tenha mais prática e habilidade com as mãos.
A minha fita se gasta. Quero correr até a parte mais intacta, onde talvez possa encontrar uma emenda, mas tenho medo de que o impacto acabe rompendo o delicado tecido.
Alguém, por favor me empreste a agulha, para consertar esse defeito ou para que eu acabe de vez com essa fita imprestável e deixe de fazer parte do teu casaco de inverno para sempre.
"Estranha coisa, a amizade que, em vez de aproximação franca dos amgos, podia assim produzir a incerteza do mal-estar, uma situação prolongada de vexame, como se a convivência fosse um sacrifício e o sacrifício uma necessidade." (Raul Pompéia)
domingo, 4 de maio de 2008
Descobertas
Yeah!! Komari está voltando ao normal... Conseguiu acordar cedinho hoje para passar a manhã com seu Pit Bull favorito, e sujar o traseiro de barro ao sentar na grama e fazer companhia e deliciosos carinhos no Tomba de quadril metade luxado, metade quebrado, se deliciar com a bela filhote Glória, Aleluia, de apenas 6 meses e 30 e tantos kg... Sem contar os peludos fedidos que só ganharam carinho... e banho.
Retirar alimento de folhas moldadas de alumínio, dormir em cima das folhas brancas.
Noitezinha de Happy Hour sóbrio, acompanhado de muita ação americana e oriental e um toque de Daft 5555, que não deixou arrependimento (só sono em certos leigos).
Fim de dia feliz :)
Sinais esclarecedores até certo ponto, leitura estagnada, tarefas não cumpridas...
Sim, estou voltando ao normal.
Feliz por sentir a vida me abraçar de novo.
(Até quando?)
Retirar alimento de folhas moldadas de alumínio, dormir em cima das folhas brancas.
Noitezinha de Happy Hour sóbrio, acompanhado de muita ação americana e oriental e um toque de Daft 5555, que não deixou arrependimento (só sono em certos leigos).
Fim de dia feliz :)
Sinais esclarecedores até certo ponto, leitura estagnada, tarefas não cumpridas...
Sim, estou voltando ao normal.
Feliz por sentir a vida me abraçar de novo.
(Até quando?)
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Perder é pior do que não conseguir
Até que hoje deu para acordar de boa...
Sofrer para me vestir nesse frio nojento e esperar a ligação que até agora não chegou.
Outra ligação e Like your princess sai de casa tremendo.
Hoje meu amiguinho oxigênio não compareceu... :(
Maaaas, completei o percurso sem precisar dele :D
Agradeço aos garotos empenhados que acordaram 7h da mahã para acompanhar as loucas corredoras. (AMO VCS!!!)
Vista "aérea" de Jlle cancelada, volto para casa para repor as calorias perdidas.
Aproveitei a porcaria do frio para dormir bastante, adiantei alguuuma coisinha das folhas e não agüentei a agonia e voltei para meu amigo teclado.
Atualizações, compartilhamentos, troca de palavras e só isso nesse dia legal.
Sofrer para me vestir nesse frio nojento e esperar a ligação que até agora não chegou.
Outra ligação e Like your princess sai de casa tremendo.
Hoje meu amiguinho oxigênio não compareceu... :(
Maaaas, completei o percurso sem precisar dele :D
Agradeço aos garotos empenhados que acordaram 7h da mahã para acompanhar as loucas corredoras. (AMO VCS!!!)
Vista "aérea" de Jlle cancelada, volto para casa para repor as calorias perdidas.
Aproveitei a porcaria do frio para dormir bastante, adiantei alguuuma coisinha das folhas e não agüentei a agonia e voltei para meu amigo teclado.
Atualizações, compartilhamentos, troca de palavras e só isso nesse dia legal.
domingo, 27 de abril de 2008
Se quiser um limão, dance!!
Precisamos tomar cuidado com pessoas desconhecidas...
Folhas brancas, arejar a cabeça, mais branco e produzir o improduzível para um "shake the stress away".
Noite divina. Realmente... era o que eu precisava.
Reencontros, gelos perdidos, olhares de dar medo, cenas constrangedoras, coreografias desconhecidas, tonturas inesperadas, dedinhos no outro lado da cidade, gargalhadas gostosas, atitudes ridículas e certas decisões irreparáveis.
Vontade de repetir a dose, dar um jeito no porteiro, reorganizar o pensamento, tomar a decisão oposta e pensar no presente. Me divertir mais e não ter sentado aqueles 15 minutos.
Sábado, não acordar.
Domingo, não correr (e ficar feliz com as companhias maravilhosas).
Segunda e terça, não abraçar.
Quarta, esperar.
Alguns dias sozinha, aproveitarei o tempo para pensar. Sim, pensar nunca é exagero.
Penso que penso de mais. Será este o motivo de minhas culpas?
Pois é... reciclei e o produto veio um pouco mais indestrutível que da última vez.
:(
Papel sem cor (ou seria a união de todas as cores?), tintas, borrões e muito suor.
Mais um curto feriado para degradar moralmente.
"Dias melhores virão"
É o que me dizem... o que eu acreditava, e o que ainda suporto com o resto de paciência que chora.
Implorando um novo shake the stress away, capengando em outros ombros para não me iludir.
Sem arrependimentos. Decisões passadas, são decisões passadas. Gastar mais neurônios com o futuro, apesar da ansiedade.
No presente, passar como mais uma na massa, misturando páginas e sendo esquecida.
Benditos leitores desatentos!
Assino meu atestado de anonimato e volto à velha rotina de sumir, para me encontrar no enclausure das idéias culposas, tentando entender se a felicidade virá de acordo com planos deliciosos ou com minha ausência carnal.
Folhas brancas, arejar a cabeça, mais branco e produzir o improduzível para um "shake the stress away".
Noite divina. Realmente... era o que eu precisava.
Reencontros, gelos perdidos, olhares de dar medo, cenas constrangedoras, coreografias desconhecidas, tonturas inesperadas, dedinhos no outro lado da cidade, gargalhadas gostosas, atitudes ridículas e certas decisões irreparáveis.
Vontade de repetir a dose, dar um jeito no porteiro, reorganizar o pensamento, tomar a decisão oposta e pensar no presente. Me divertir mais e não ter sentado aqueles 15 minutos.
Sábado, não acordar.
Domingo, não correr (e ficar feliz com as companhias maravilhosas).
Segunda e terça, não abraçar.
Quarta, esperar.
Alguns dias sozinha, aproveitarei o tempo para pensar. Sim, pensar nunca é exagero.
Penso que penso de mais. Será este o motivo de minhas culpas?
Pois é... reciclei e o produto veio um pouco mais indestrutível que da última vez.
:(
Papel sem cor (ou seria a união de todas as cores?), tintas, borrões e muito suor.
Mais um curto feriado para degradar moralmente.
"Dias melhores virão"
É o que me dizem... o que eu acreditava, e o que ainda suporto com o resto de paciência que chora.
Implorando um novo shake the stress away, capengando em outros ombros para não me iludir.
Sem arrependimentos. Decisões passadas, são decisões passadas. Gastar mais neurônios com o futuro, apesar da ansiedade.
No presente, passar como mais uma na massa, misturando páginas e sendo esquecida.
Benditos leitores desatentos!
Assino meu atestado de anonimato e volto à velha rotina de sumir, para me encontrar no enclausure das idéias culposas, tentando entender se a felicidade virá de acordo com planos deliciosos ou com minha ausência carnal.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Every kiss and every hug, you make me fall in love
Dias, meses, anos (quase 2).
Esperaria uma eternidade, duas eternidades... mas eu estaria me matando.
Não mereço tanto. Mas o que posso fazer? Só agradecer.
E esperar.
Dia miserável. A manhã foi super. Mas é tão difícil manter o nosso trato...
Sofro, me seguro, me isolo... Te ver é um martírio...
Tocar, um abuso.
Tanta gente imprestável me importuna... Como foi que isso pôde acontecer?
Parem de se meter na minha vida, tá legal??
Se as coisas estão assim é porque elas têm um motivo, certo??
Eu sei o que faço!!
Só não sei o que sinto...
Se eu não posso tocar, escrever, nem sublinhar a história, então não preciso que me apressem.
Eu só espero.
E choro.
Mas um dia isso tudo vai valer à pena. Só não posso dizer que este é meu sonho, porque "I never had a dream come true".
Seria arriscar muito.
Atrasada, com frases martelantes, lembranças distantes e sorrisos chorosos deixo meu "boa noite nem tão boa" para pensar um pouco mais com estes dedinhos, porque:
-"Ela não fica com ele no final?"
-"Só nos sonhos"
(Cry ;~)
Mas, hoje uma música falou comigo.
Uma não... duas. Só a mais triste gravou.
A outra dizia para eu melhorar, mas sofrer por você é um martírio.
Te esquecer é morrer.
Esperaria uma eternidade, duas eternidades... mas eu estaria me matando.
Não mereço tanto. Mas o que posso fazer? Só agradecer.
E esperar.
Dia miserável. A manhã foi super. Mas é tão difícil manter o nosso trato...
Sofro, me seguro, me isolo... Te ver é um martírio...
Tocar, um abuso.
Tanta gente imprestável me importuna... Como foi que isso pôde acontecer?
Parem de se meter na minha vida, tá legal??
Se as coisas estão assim é porque elas têm um motivo, certo??
Eu sei o que faço!!
Só não sei o que sinto...
Se eu não posso tocar, escrever, nem sublinhar a história, então não preciso que me apressem.
Eu só espero.
E choro.
Mas um dia isso tudo vai valer à pena. Só não posso dizer que este é meu sonho, porque "I never had a dream come true".
Seria arriscar muito.
Atrasada, com frases martelantes, lembranças distantes e sorrisos chorosos deixo meu "boa noite nem tão boa" para pensar um pouco mais com estes dedinhos, porque:
-"Ela não fica com ele no final?"
-"Só nos sonhos"
(Cry ;~)
Mas, hoje uma música falou comigo.
Uma não... duas. Só a mais triste gravou.
A outra dizia para eu melhorar, mas sofrer por você é um martírio.
Te esquecer é morrer.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Power vision
Acordei melhor, mais tranquila, menos deprê... ;P
Manhã askidjvamix (dá pra ler isso), comer, terminar de descarregar a bateria do armazenador de imagens virtuais, pegar o veículo amarelo na hora certa, músicas e roupas, rever amigos, assistir Simpons - The Movie no compacto amiguinho musical de bolso, suar no sol, e oh! Foi como ver um oásis no deserto depois de dias sem água. Não, eu não podia demonstrar o que sentia naquele momento. Maltita reputação!! Posição social ingrata!! Um dia toda esta sociedade aparencial vai ferver no abraço socialista X( {revoltei}
Tarde angustiante. Presa nos laços que atei, lamentando minha posição atual nas páginas das vidas.
Sem abraços hoje, cruzo dedos, cabelos e esôfago pela Santa Quarta-Feira.
Tempo que me empurra, deixo meu higiênico teclado para mais uma noite de sonhos e lamentos na vida de uma princesa sem sapo.
(Beijo pro príncipe - futuro rei - e os demais, procurem moscas... alguém precisa comer)
Manhã askidjvamix (dá pra ler isso), comer, terminar de descarregar a bateria do armazenador de imagens virtuais, pegar o veículo amarelo na hora certa, músicas e roupas, rever amigos, assistir Simpons - The Movie no compacto amiguinho musical de bolso, suar no sol, e oh! Foi como ver um oásis no deserto depois de dias sem água. Não, eu não podia demonstrar o que sentia naquele momento. Maltita reputação!! Posição social ingrata!! Um dia toda esta sociedade aparencial vai ferver no abraço socialista X( {revoltei}
Tarde angustiante. Presa nos laços que atei, lamentando minha posição atual nas páginas das vidas.
Sem abraços hoje, cruzo dedos, cabelos e esôfago pela Santa Quarta-Feira.
Tempo que me empurra, deixo meu higiênico teclado para mais uma noite de sonhos e lamentos na vida de uma princesa sem sapo.
(Beijo pro príncipe - futuro rei - e os demais, procurem moscas... alguém precisa comer)
segunda-feira, 21 de abril de 2008
X !!!
3 anos de economia (porco) + finanças acumuladas + presente de aniversário
Agora tenho um click independente!!!
Condição: domir mais... ;P
Crises, pensamentos, angústias... a vida anda na mesma.
Feriados não me fazem descansar, só contribuem para que as saudades (e ansiedades) aumentem e o estado emocional piore. Muito tempo sem bases sólidas, Like your princess desaba...
Sonhei que voava :) Queria que fosse verdade, assim sumia (e voltamos à questão... escapismo é a solução?!).
Espero-te aqui, com minha fronha úmida, abraçada pelas cobertas, nem tão quentes quanto seus abraços.
Nem tão caótica como ontem, mas também não mais realizada.
Espero ainda o destino me chutar, denovo.
sábado, 19 de abril de 2008
Nem tão especial
Na escola, na rua, qualquer lugar onde encontro-me sozinha com meus dedinhos, me sinto pequenina.
Pessoas passam e nem reparam em você. Umas cansadas, outras felizes, outras preocupadas e você também não presta atenção em ninguém. Engraçado como podemos estar sufocados num mar de gente e se sentir um nada, um grãozinho de poeira que na verdade é o mundo encantado dos Quéns.
Os amigos são ótimos ajudantes quando me sinto assim, mas tornou-se uma rotina tão normal, que já os amigos se misturam à massa.
Outro problema é que nado sempre contra a maré. Se você diz sim, eu digo não. E se você diz não, eu choro... ;~
O bom é que na vida sempre vai ter alguém que deixe a gente se sentir especial. Sinto-me um nada no meio do seu tudo, e isso me deixa inteiramente feliz :D
Problemas de auto-estima, incentivos constantes, semana nauseante, chega o começo do descanso e me pergunto: quanto tempo vai durar?
Problemas com aparelhos eletrônicos de novo? Percebo que a vida volta ao normal.
Cansada dos mesmos pensamentos da semana anterior, busco um descanço que renove as idéias, um estímulo inesgotável para atravessar o mar da próxima multidão.
Perdida, raciocínio quaaase lá no subconsciente, anseio uma noite de filmes desejosos, para despertar repentinamente e perceber que toda essa aflição não passava do clímax de um sonho ruim com flashes de momentos inesquecíveis.
Pessoas passam e nem reparam em você. Umas cansadas, outras felizes, outras preocupadas e você também não presta atenção em ninguém. Engraçado como podemos estar sufocados num mar de gente e se sentir um nada, um grãozinho de poeira que na verdade é o mundo encantado dos Quéns.
Os amigos são ótimos ajudantes quando me sinto assim, mas tornou-se uma rotina tão normal, que já os amigos se misturam à massa.
Outro problema é que nado sempre contra a maré. Se você diz sim, eu digo não. E se você diz não, eu choro... ;~
O bom é que na vida sempre vai ter alguém que deixe a gente se sentir especial. Sinto-me um nada no meio do seu tudo, e isso me deixa inteiramente feliz :D
Problemas de auto-estima, incentivos constantes, semana nauseante, chega o começo do descanso e me pergunto: quanto tempo vai durar?
Problemas com aparelhos eletrônicos de novo? Percebo que a vida volta ao normal.
Cansada dos mesmos pensamentos da semana anterior, busco um descanço que renove as idéias, um estímulo inesgotável para atravessar o mar da próxima multidão.
Perdida, raciocínio quaaase lá no subconsciente, anseio uma noite de filmes desejosos, para despertar repentinamente e perceber que toda essa aflição não passava do clímax de um sonho ruim com flashes de momentos inesquecíveis.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Origem desconhecida
Sobre ontem...
Dormia, acordava e contava os minutos... Wow!! Faltam 15!! E só acordei 3 horas e 15 minutos depois... Sentindo-me... igual.
Acordei silenciosa, tomei café no silêncio e os primeiros parabéns vieram na saída.
Em silêncio rumo ao aprendizado, uma caixinha verde delicada encantada de surpresas emocionantes.
Abraços amigos, e muitos vagos também.
Manhã silenciosa.
Rosas... contemplar a beleza morta.
Almoço complicado, correria, atrasos, faltas inesperadas, banco...
Não, não me sentí mais rica, não me sentí responsável, não me sentí livre, me sentí um nada, um espaço vazio, livre de sentimentos inúteis.
Atrasada, corrí até o veículo amarelo, monstruoso, e o condutor furioso, brigou comigo por não ser perfeita.
Abraço confortante, reconstitui, renasce. Me transformei em outra pessoa.
Movimentos felizes, cansativos, repetitivos, até a hora de lavar o corpo exausto.
Surpresa de amizade infiel, primeira cantiga brega de sorriso forçado, alma contente.
Fui para casa indevidamente seca... o resultado virá amanhã.
Bolo, parabéns de importância vital, felicidades obscuras, encobertas.
Alguns telefonemas, livros, livros, descansar os anos que passam.
Sobre hoje...
Manhã igual. Só que mais chata... Resultado? Uma caixa inteira de 50 lenços de papel.
E o dia começa quando saio da escola. Yupiii!!! Companhia para casa!!!
E aaantes... Re-receber meu presente.
Maravilhosamente inexplicável.
Almoçar, despencar no sofá e apreciar o presente, sozinha.
Já nas letras dançantes, descentes... perdí os sentidos.
Despertei 3 horas depois.
Lenços infinitos, muitas folhas em branco e a mente no fim da manhã.
Sair no frio, testes de vocabulário estrangeiro, voltar para casa tremendo, chegar no escuro, aproveitar os minutos sozinha para me envolver num som impregnante, mas dura pouco, logo a ausência se ausenta e a solidão volta.
Mais tempo livre para acabar em nada.
Comer (para que?), banho, estudar (?), e finalmente fazer alguma coisa útil para mim.
Lamentando a felicidade do mundo, planos distantes, esperas incalculáveis, nós, divinamente unidos pela separação.
Dormia, acordava e contava os minutos... Wow!! Faltam 15!! E só acordei 3 horas e 15 minutos depois... Sentindo-me... igual.
Acordei silenciosa, tomei café no silêncio e os primeiros parabéns vieram na saída.
Em silêncio rumo ao aprendizado, uma caixinha verde delicada encantada de surpresas emocionantes.
Abraços amigos, e muitos vagos também.
Manhã silenciosa.
Rosas... contemplar a beleza morta.
Almoço complicado, correria, atrasos, faltas inesperadas, banco...
Não, não me sentí mais rica, não me sentí responsável, não me sentí livre, me sentí um nada, um espaço vazio, livre de sentimentos inúteis.
Atrasada, corrí até o veículo amarelo, monstruoso, e o condutor furioso, brigou comigo por não ser perfeita.
Abraço confortante, reconstitui, renasce. Me transformei em outra pessoa.
Movimentos felizes, cansativos, repetitivos, até a hora de lavar o corpo exausto.
Surpresa de amizade infiel, primeira cantiga brega de sorriso forçado, alma contente.
Fui para casa indevidamente seca... o resultado virá amanhã.
Bolo, parabéns de importância vital, felicidades obscuras, encobertas.
Alguns telefonemas, livros, livros, descansar os anos que passam.
Sobre hoje...
Manhã igual. Só que mais chata... Resultado? Uma caixa inteira de 50 lenços de papel.
E o dia começa quando saio da escola. Yupiii!!! Companhia para casa!!!
E aaantes... Re-receber meu presente.
Maravilhosamente inexplicável.
Almoçar, despencar no sofá e apreciar o presente, sozinha.
Já nas letras dançantes, descentes... perdí os sentidos.
Despertei 3 horas depois.
Lenços infinitos, muitas folhas em branco e a mente no fim da manhã.
Sair no frio, testes de vocabulário estrangeiro, voltar para casa tremendo, chegar no escuro, aproveitar os minutos sozinha para me envolver num som impregnante, mas dura pouco, logo a ausência se ausenta e a solidão volta.
Mais tempo livre para acabar em nada.
Comer (para que?), banho, estudar (?), e finalmente fazer alguma coisa útil para mim.
Lamentando a felicidade do mundo, planos distantes, esperas incalculáveis, nós, divinamente unidos pela separação.
domingo, 13 de abril de 2008
Quase lá
Wow!!! Melhor fim de semana de 2008 até agora...
Aniversário suuuper divertido, corrida bem legal, descobrí que oxigênio não tem cheiro de nada e foi isso mesmo, mas com um mooooonte de detalhes que não tenho tempo de escrever porque a mamãe disse que ouviu trovão e eu ouví agora também, então vou agilizar as coisas por aqui...
Amigos pirados, doídos, felizes...
Noooossa, preciso de mais dias assim.
Ah! Hoje é dia 13... Número lindo, né?
13 de abril, Feliz Dia do Beijo pra quem passa por aqui!!
Ainda atordoada por saber que tudo já acabou...
E por lembrar que ainda falta uma semana inteeeeira para o próximo fim de semana.
Mas eu tenho que ficar feliz porque amanhã tem de ser um dia legal... :)
;***
(os VILÕES devem terminar juntos e felizes no final)
Aniversário suuuper divertido, corrida bem legal, descobrí que oxigênio não tem cheiro de nada e foi isso mesmo, mas com um mooooonte de detalhes que não tenho tempo de escrever porque a mamãe disse que ouviu trovão e eu ouví agora também, então vou agilizar as coisas por aqui...
Amigos pirados, doídos, felizes...
Noooossa, preciso de mais dias assim.
Ah! Hoje é dia 13... Número lindo, né?
13 de abril, Feliz Dia do Beijo pra quem passa por aqui!!
Ainda atordoada por saber que tudo já acabou...
E por lembrar que ainda falta uma semana inteeeeira para o próximo fim de semana.
Mas eu tenho que ficar feliz porque amanhã tem de ser um dia legal... :)
;***
(os VILÕES devem terminar juntos e felizes no final)
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Por favor... que não seja tarde para se desculpar
Noite quente, agitada, insônia, pensamentos... e quanto mais eu penso, mais triste eu fico, e quanto mais triste fico, mais culpada me sinto, e quanto mais culpada, mais agoniada, e quanto mais agoniada, mais lágrimas.
Manhã repetida. Nada muda.
Tarde indevidamente aproveitada. Hoje é o dia das desculpas...
Desculpa por pensar de mais, por ficar triste, por estragar algumas coisas, por não me tocar, por não entender o que anda acontecendo, por ser tão curiosa, por ser impaciente, por não sinalizar, por ser isolada, por não dar a devida atenção a certas pessoas, por não me gostar, por não prestar atenção, por não viver na realidade, por ser pessimista, por chorar, por não procurar ajuda, por não ouvir os conselhos dos amigos, por ser tímida, por não conseguir olhar nos olhos, por ser deprimida, por me afastar, por não tentar ser feliz, por não saber o que falar, por ser e simplesmente ser como sou, por pensar parecido, por não admitir o que sinto, por fazer pessoas sofrerem, por duvidar e se tiver mais algum motivo, me desculpe por favor (nunca é culpa sua).
Hoje o Pikachu tem um amiguinho.
E ele sorri...
Já tenho motivos pra sorrir?
Consegue explicar por que me sinto culpada?
Tenho motivos para isso?
Faço pessoas felizes?
Me desculpa?
(Faço tudo por quem vivo)
Manhã repetida. Nada muda.
Tarde indevidamente aproveitada. Hoje é o dia das desculpas...
Desculpa por pensar de mais, por ficar triste, por estragar algumas coisas, por não me tocar, por não entender o que anda acontecendo, por ser tão curiosa, por ser impaciente, por não sinalizar, por ser isolada, por não dar a devida atenção a certas pessoas, por não me gostar, por não prestar atenção, por não viver na realidade, por ser pessimista, por chorar, por não procurar ajuda, por não ouvir os conselhos dos amigos, por ser tímida, por não conseguir olhar nos olhos, por ser deprimida, por me afastar, por não tentar ser feliz, por não saber o que falar, por ser e simplesmente ser como sou, por pensar parecido, por não admitir o que sinto, por fazer pessoas sofrerem, por duvidar e se tiver mais algum motivo, me desculpe por favor (nunca é culpa sua).
Hoje o Pikachu tem um amiguinho.
E ele sorri...
Já tenho motivos pra sorrir?
Consegue explicar por que me sinto culpada?
Tenho motivos para isso?
Faço pessoas felizes?
Me desculpa?
(Faço tudo por quem vivo)
quarta-feira, 9 de abril de 2008
I'll cry if I want to
Me surpreendí com minha tranquilidade durante o teste da manhã... Desconsiderando os repetitivos erros por falta de atenção, fui bem melhor que o esperado.
Hoje, meu dia da semana favorito (4a feira), não tenho motivos pra monotonia. Subi num tempo bom, o resto foi rápido, cool!!
Matar saudades da minha baby. Wowww!!! Muuita saudade.
E hj fui acompanhar as pessoas que amo na rotina rodinha de hamster. Bons sentimentos.
Loooouca biologia amanhã... (L)
Declarações inesperadas, lágrimas agonizantes (volta a agonia), felicidades incondicionais, tristezas reprimidas, gaiolas, correntes, frio... tudo embalado num sorriso contagiante (isso não parece triste?).
Conclusão: o circo é a solução para nós, não para os animais.
Mas o romantismo ainda está na moda? Será que um escapismo tão superficial é realmente a solução? Mas este é um blog feliz... não uma ameaça de suicídio...
Por isso o Pikachu vai enxugar lágrimas felizes esta noite, ok?
(a propósito... a foto dele está no CD, e eu não encontrei hj)
Beijos razoáveis
terça-feira, 8 de abril de 2008
Paciência...
Por que o mundo não é do jeito que eu quero? Por que as coisas não funcionam quando eu preciso? Por que ninguém tem respostas para as minhas perguntas?
Cabeça cheia... testes de aprendizado logo cedo dão nisso. Depois ainda, quase mais 3 horas preenchendo um formulário em branco. Cheguei em casa e desabei no sofá, exausta. Ganhei abraço de um pedaço de pano com enchimento e por um instante pareceu o suficiente.
Mas não era, e nem devia.
Por que quanto mais tempo tenho, menos coisas eu faço? O trabalho não rende...
E o dia passa assim, entre lápises e folhas em branco, rabiscos e números letrados (ou seriam letras enumeradas?).
Cabos idiotas que não conectam.
Pelo menos comí o Zeca (gotooooso... mas graças ao cabo, ficamos sem fotos por hoje).
"It´s my party, and I´ll cry if I want to,
Cry if I want to, cry if I want to.
You would cry too if it happened to you."
Me abraça?
(sleep with Pikachu, again)
Cabeça cheia... testes de aprendizado logo cedo dão nisso. Depois ainda, quase mais 3 horas preenchendo um formulário em branco. Cheguei em casa e desabei no sofá, exausta. Ganhei abraço de um pedaço de pano com enchimento e por um instante pareceu o suficiente.
Mas não era, e nem devia.
Por que quanto mais tempo tenho, menos coisas eu faço? O trabalho não rende...
E o dia passa assim, entre lápises e folhas em branco, rabiscos e números letrados (ou seriam letras enumeradas?).
Cabos idiotas que não conectam.
Pelo menos comí o Zeca (gotooooso... mas graças ao cabo, ficamos sem fotos por hoje).
"It´s my party, and I´ll cry if I want to,
Cry if I want to, cry if I want to.
You would cry too if it happened to you."
Me abraça?
(sleep with Pikachu, again)
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Rosa dos Ventos
Noite ma-ra-vi-lho-sa... Só não lembro do paraíso... ;~
Manhã monótona, rotina monótona, aulas monótonas, mas eu estou feliz.
Mudança de rumo... Separação total, mas eu fiquei com a melhor parte ;P
As mãos não doem mais, eu com ele, eu sem ele.
Chocolate, despedida, caminhar no escuro e por sorte (e só por sorte mesmo...) encontrei a casa vazia. Química, química e mais química, esquecer o resto, por enquanto.
Boa sorte pra mim amanhã!
(Falta uma semana!)
;***
Manhã monótona, rotina monótona, aulas monótonas, mas eu estou feliz.
Mudança de rumo... Separação total, mas eu fiquei com a melhor parte ;P
As mãos não doem mais, eu com ele, eu sem ele.
Chocolate, despedida, caminhar no escuro e por sorte (e só por sorte mesmo...) encontrei a casa vazia. Química, química e mais química, esquecer o resto, por enquanto.
Boa sorte pra mim amanhã!
(Falta uma semana!)
;***
domingo, 6 de abril de 2008
Dias melhores
Chapeuzinho Vermelho: Você comeu o lobo??!!
Lenhador: Sim, eu pratico canibalismo.
Vovó: Eu sou sadomasoquista, casa comigo?
Lenhador beija a Vovó, Chapeuzinho segura vela e FIM.
Komari Sossoh sonha... e de repente o bebê chora... Nossa! Será um sonho? Não... acordo longe de casa. E mais choro, mas o cansaço não deixa levantar. Acordo para o almoço e tomo café da manhã. Porque sou sempre a última a acordar?? Dei bom dia para a coisinha mais rosinha e mais fofa que ainda não peguei no colo. Mas acabou.
Afazeres, compromissos, tarefas, deveres... Cansei do dicionário da responsabilidade.
Aproveitando as últimas horas de paz, porque quando a semana começa, demora para acabar.
Lenhador: Sim, eu pratico canibalismo.
Vovó: Eu sou sadomasoquista, casa comigo?
Lenhador beija a Vovó, Chapeuzinho segura vela e FIM.
Komari Sossoh sonha... e de repente o bebê chora... Nossa! Será um sonho? Não... acordo longe de casa. E mais choro, mas o cansaço não deixa levantar. Acordo para o almoço e tomo café da manhã. Porque sou sempre a última a acordar?? Dei bom dia para a coisinha mais rosinha e mais fofa que ainda não peguei no colo. Mas acabou.
Afazeres, compromissos, tarefas, deveres... Cansei do dicionário da responsabilidade.
Aproveitando as últimas horas de paz, porque quando a semana começa, demora para acabar.
Meninas de pijamas tirando fotos nas escadas
3 min antes... Alguém entende que dormir nunca é de mais?!
Pista, prova, comer, mal.... Quer dizer, média.
Legal ver pessoas que eu gosto, dia bom. Várias conquistas, me irrito de mais torcendo por vcs.
Morrendo de sono, fotos legais, em ótima companhia.
Boa noite e eu queira mais um abraço ;~
;*** (sorte?)
Pista, prova, comer, mal.... Quer dizer, média.
Legal ver pessoas que eu gosto, dia bom. Várias conquistas, me irrito de mais torcendo por vcs.
Morrendo de sono, fotos legais, em ótima companhia.
Boa noite e eu queira mais um abraço ;~
;*** (sorte?)
sábado, 5 de abril de 2008
Só no sapatinho
Wow!! Manhã feliz. Cheia de coisas, mas nenhuma vontade.
Misturas escuras e nada de mais.
E... quem não gosta de conversas paralelas durante o filme vai sentar beeeem longe, tá??
Sem tempo, sem palavras, só satisfeita.
Acordar cedo amanhã... :( Nada de clínica... ;~
Boa noite e alguém me vende uma máquina do tempo??
Beijos pra td mundo pq eu to legal hoje, ok?
Misturas escuras e nada de mais.
E... quem não gosta de conversas paralelas durante o filme vai sentar beeeem longe, tá??
Sem tempo, sem palavras, só satisfeita.
Acordar cedo amanhã... :( Nada de clínica... ;~
Boa noite e alguém me vende uma máquina do tempo??
Beijos pra td mundo pq eu to legal hoje, ok?
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Cachorrinha sem dono...
Feliz comparação que pegou-me de surpresa... Matutei, e sim, sou uma pobre Vagabunda mendigando por comida e sendo apelidada por cada um que adota a mestiça. Cavalheiro que me espere, porque um dia essa história termina "à la Disney". Sim, sim! Tenho esperança (e um pouquinho de paciência).
Hoje o dia correu normal. Engraçado como a inspiração só vem na desgraça.
Triste modo de trabalhar.
Beijo para pessoas tristes e termino o dia sonhando com a macarronada numa Bella Notte, depois de receber a almôndega e (como as pessoas fazem os lugares) a noite nem tão sinistra longe da almofada.
Pela segunda vez o estacionamento (só que com o queijo).
Snif... sonhos fazem puf.
Hoje o dia correu normal. Engraçado como a inspiração só vem na desgraça.
Triste modo de trabalhar.
Beijo para pessoas tristes e termino o dia sonhando com a macarronada numa Bella Notte, depois de receber a almôndega e (como as pessoas fazem os lugares) a noite nem tão sinistra longe da almofada.
Pela segunda vez o estacionamento (só que com o queijo).
Snif... sonhos fazem puf.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Padá, padum...
Manhã tranqüila... Inexplicavenmente dormí em movimento, agitação. Noite festeira.
Bom foi que as coisas voltaram ao normal (imagino eu), porque as expressões são nítidas, não lembro do paraíso e recomeçaram as besteiras na panela.
Tudo tão comum que começo a estranhar, de novo.
A tarde foi suficiente para terminar de equilibrar o castelo de cartas. Sem assunto, sem crises e do outro lado a maré começa a puxar.
Isso lembra video game... saudade dos tempos de determinar a rotina por conta própria.
Ah!! Até outros jogadores recuperaram suas forças... Isso me ajudou ainda mais a perceber que eu não fui o motivo da desordem.
Sem muito o que escrever hoje, só dizer que ainda estou flutuando, esperando alguém que coloque um ponto final neste sonho esperançoso.
Beijos para quem me acompanha.
Bom foi que as coisas voltaram ao normal (imagino eu), porque as expressões são nítidas, não lembro do paraíso e recomeçaram as besteiras na panela.
Tudo tão comum que começo a estranhar, de novo.
A tarde foi suficiente para terminar de equilibrar o castelo de cartas. Sem assunto, sem crises e do outro lado a maré começa a puxar.
Isso lembra video game... saudade dos tempos de determinar a rotina por conta própria.
Ah!! Até outros jogadores recuperaram suas forças... Isso me ajudou ainda mais a perceber que eu não fui o motivo da desordem.
Sem muito o que escrever hoje, só dizer que ainda estou flutuando, esperando alguém que coloque um ponto final neste sonho esperançoso.
Beijos para quem me acompanha.
terça-feira, 1 de abril de 2008
The world is mine
Foi preciso uma manhã inteira e muitos dedinhos para perceber (de novo) que muitas vezes lembrar de sorrir é a solução. Como é bom sentir o equilíbrio de novo.
Lembro da rede, Império pós-moderno, e faço a cabeça esquecer a pirâmide, o fracasso romano.
Acho que as plavras de hoje que fizeram mais sentido foram: "O D. é bonito. Primeiro de abril!!" Foi o primeiro sorriso.
Depois, sociologia. Juro que foi a primeira vez que entendí 100% do que as questões queriam que eu respondesse.
Deixando de lado a anomia, fiz a mente voltar ao grupo, já que antes era só um corpo vazio, insensível às tentativas de apoio. Mas quando a teimosia se vai, tudo fica mais fácil.
E assim, foram roubados mais sorrisos durante a manhã.
O jogo é meu, eu faço as regras e quem não quer jogar, vai catar piolho. Também não vou mais inventar estratégias para jogos alheios porque cansei de perder em território desconhecido (ou seria inimigo?).
Ainda sofro graças às adaptações... Implorei pela destruição da rotina, mas acabei rompendo a linha da rotina que mantia-me viva! Mas graças aos outros jogadores, cuja confiança foi conquistada após anos de batalha (e ainda batalhamos), eu lembrei.
Hoje só agradeço aos oponentes aliados e aos abraços que reconstroem minhas bases.
Thank you!!!
Lembro da rede, Império pós-moderno, e faço a cabeça esquecer a pirâmide, o fracasso romano.
Acho que as plavras de hoje que fizeram mais sentido foram: "O D. é bonito. Primeiro de abril!!" Foi o primeiro sorriso.
Depois, sociologia. Juro que foi a primeira vez que entendí 100% do que as questões queriam que eu respondesse.
Deixando de lado a anomia, fiz a mente voltar ao grupo, já que antes era só um corpo vazio, insensível às tentativas de apoio. Mas quando a teimosia se vai, tudo fica mais fácil.
E assim, foram roubados mais sorrisos durante a manhã.
O jogo é meu, eu faço as regras e quem não quer jogar, vai catar piolho. Também não vou mais inventar estratégias para jogos alheios porque cansei de perder em território desconhecido (ou seria inimigo?).
Ainda sofro graças às adaptações... Implorei pela destruição da rotina, mas acabei rompendo a linha da rotina que mantia-me viva! Mas graças aos outros jogadores, cuja confiança foi conquistada após anos de batalha (e ainda batalhamos), eu lembrei.
Hoje só agradeço aos oponentes aliados e aos abraços que reconstroem minhas bases.
Thank you!!!
segunda-feira, 31 de março de 2008
Tagarela
Sem arrumar fotos nem perfil nem tudo isso que interessa, começo este blog com a finalidade de imprimir de mais uma forma os pensamentos que me ocorrem. Porque cada dia é diferente e a mente voa cada vez mais longe, cada vez mais pesada.
Hoje por exemplo... a espera não me deixa. Por que aguentamos por tanto tempo uma tortura como esta? Alguns não suportam, distraem. Não funciona! Sou cabeça dura, a idéia demora a sair.
Espero por momentos inesquecíveis, como o tempo do portão fechar, a parede da cozinha e os arrepios quentes do puxado atrás da casa, ao som de um funk bem maldoso. Caramba... haja monotonia!
Espero uma tempestade, mas a bonança demora a passar. Enquanto isso, continuo pensando com meus dedinhos (pois é.... nem botões nem zíperes), deixando a mente livre para viajar no presente e passados, lembrando momentos inesquecíveis, esperando por um, e a idéia (impertinente) volta.
A falta de tempo me persegue...
Deixo assim mesmo o que não me saía da cabeça, para continuar a rotina noturna e logo dormir, e sonhar, porque o real já não tem mais sentido e o inconsciente me consola.
Hoje por exemplo... a espera não me deixa. Por que aguentamos por tanto tempo uma tortura como esta? Alguns não suportam, distraem. Não funciona! Sou cabeça dura, a idéia demora a sair.
Espero por momentos inesquecíveis, como o tempo do portão fechar, a parede da cozinha e os arrepios quentes do puxado atrás da casa, ao som de um funk bem maldoso. Caramba... haja monotonia!
Espero uma tempestade, mas a bonança demora a passar. Enquanto isso, continuo pensando com meus dedinhos (pois é.... nem botões nem zíperes), deixando a mente livre para viajar no presente e passados, lembrando momentos inesquecíveis, esperando por um, e a idéia (impertinente) volta.
A falta de tempo me persegue...
Deixo assim mesmo o que não me saía da cabeça, para continuar a rotina noturna e logo dormir, e sonhar, porque o real já não tem mais sentido e o inconsciente me consola.
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