sexta-feira, 11 de julho de 2008

O tempo não existe

Hoje, mais do que nunca, posso dizer, afirmar e confirmar que o tempo é o melhor remédio.
Não o tempo no sentido de horas, dias, etc, mas o tempo no sentido de continuar vivendo e aprendendo.

Depois de tantas lágrimas, travesseiros, overdoses musicais, crises existenciais, súplicas de suicídio, brigas, corações chutados, cartas de despedida, poemas terminais e chocolates sem açúcar, o tempo e a vida conseguiram endireitar a chavezinha inalcansável no dorso.

Aprendí que na espreita, sem ação, brincando com o psicológico e usando verdadeiras táticas de guerra, é possível fazer o que se quer.
É claro que isso renderia uma consciencia um tanto que pesada, mas o estragável se conserta. E foi consertado.
E foi outra lição aprendida.

Logo, logo aprendí sobre o autocontrole. Meu atual modo de vida (aperfeiçoando sempre).
Faça nada, ame o espelho, esqueça o passado, pense no amanhã e só em você mesmo (sem ser egoísta, mas mantendo a auto-estima)

Uma bombinha-relógio foi desativada.

É incrível como a realização dos sonhos está na ponta do nariz, mas fazemos questão de não ver.
É só ver e esperar. {acontece}
Ah! Muita paciência que me falta... :(

Kalula aos desesperados!
A vida é feliz, acreditem na tristeza.

Um comentário:

Guilherme Heinzelmann Benta disse...

Tuas descobertas me fazem mais feliz!
Isso pq elas te tornam mais feliz :D